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PM age no cerco à motos irregulares

Comandante do 17º BPM diz que operações vão continuar


29/07/2022 - Edição 2104

Operações envolvendo diversos órgãos serão cada vez mais comuns nas ruas
Operações envolvendo diversos órgãos serão cada vez mais comuns nas ruas

O 17º BPM, comandado pelo tenente coronel Silvio Luiz, continua apertando o cerco contra as motos irregulares que circulam pelas ruas de diversos bairros da Ilha do Governador. E, desde a semana passada, o batalhão local ganhou o apoio do Detran, Detro e da Polícia Civil, e agora farão semanalmente e em conjunto, mega operações cujo objetivo principal é a repressão de motos sem placas rodando na Ilha.  

Desde fevereiro, com a chegada do novo comando no 17º BPM, o combate às motos irregulares é tratado como prioridade. Por isso, ao todo, nestes últimos seis meses, já foram realizados pela Polícia Militar mais de 2.300 abordagens a motocicletas e aplicadas 1.768 multas até a noite que de quinta-feira (28). A grande dificuldade da PM nesta repressão às motos estava por conta da ausência de reboques, já que a Prefeitura do Rio está com o contrato suspenso e não possui o veículo à disposição. Agora com o apoio do Governo do Estado, a tendência é que esse apoio importante se regularize.  

— Agora com o apoio semanal do Detran, poderemos ter ainda mais sucesso neste combate, juntamente com a continuidade das abordagens diárias. Nestes seis meses, percebemos uma diminuição muito grande no roubo de rua, que geralmente são cometidos na Ilha por dupla de assaltantes em motos. Motos essas, na maioria das vezes irregulares. Esse índice de roubo vem tendo uma queda significativa — afirma o comandante do 17ºBPM, Silvio Luiz.  

PM realiza abordagens diárias em motociclistas

As principais infrações cometidas pelos motociclistas, observadas pelos policiais e agentes durante as abordagens, são a falta de emplacamento, licenciamento atrasado, problemas na habilitação do condutor e o mau estado de conservação das motos, como pneus carecas, por exemplo. 

— O objetivo principal da megaoperação na Ilha é acabar de vez com essa prática de andar com moto sem placa, placa encoberta ou placa ilegível. Só que ela não deixa de ser uma operação de trânsito e uma operação policial. A PM mantém a integridade física da operação, mas também tem o papel de polícia. Então, ela vai fazer a revista para ver se acha alguma substância ilícita ou armamento ilícito nos veículos ou na posse dos condutores — disse Marcus Moreira, coordenador de fiscalização do Detran-RJ.