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Opinião - José Richard

12/04/2019 - opiniao /Edição 1932
Imagino que o medo dos moradores que vivem em áreas de risco se transforma em pavor sempre que chove. A instabilidade emocional é tão forte que após as tempestades, apesar do pesadelo de desabamentos, eles sejam obrigados à resignação de continuar morando na mesma casa, por absoluta falta de recursos para mudar para um lugar seguro. Locais seguros tem aluguéis mais caros e a grande maioria dessas pessoas são trabalhadores que ganham salários que as vezes mal dá para comer. 
 
Por outro lado, a Defesa Civil e as autoridades públicas de atendimento social, na maioria das vezes, não encontram argumentos para transferir as famílias que vivem nessas situações de risco, para abrigos temporários, inscrição no aluguel social e no programa Minha Casa Minha Vida, que são programas de proteção aos cidadãos verdadeiramente em situação de extrema pobreza e risco. Embora os projetos habitacionais sejam muito pequenos diante da multidão de famílias que vive sem o mínimo de segurança ou nas ruas, são oportunidades para quem luta para melhorar.
 
O grande problema é que a maioria das pessoas que vivem nas ruas e em lugares de extremo risco, não querem sair de onde está. Já acompanhei, por exemplo, abordagens a mendigos que recusam ser ajudados por agentes públicos e preferem continuar vivendo de esmolas, embaixo de marquises, sem nenhuma proteção ou esperança. A lei deveria obrigar essas pessoas a, pelo menos, ter conhecimento que precisam de alguma ajuda e informações para gerar expectativas e para que possam enxergar algum futuro. É chato ver um ser humano sofrendo, sem casa, sem comida e sem nenhuma perspectiva para mudar a sua vida. Mas como fazer para que concordem em ser ajudados?



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