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Opinião

30/11/2018 - opiniao /Edição 1913
Na terça, dia 27, a população da Ilha do Governador sofreu por cerca de três horas com um mega congestionamento que se estendeu da entrada da Ilha até o relógio do Cacuia e por outras vias importantes paralisando muitas atividades que dependem do deslocamento de pessoas. Ou seja, quase tudo.

A população de uma região, como a Ilha, que é maior do que muitas cidades – com cerca de 300 mil habitantes, não merece ficar por horas aprisionada nos ônibus, vans e veículos, como se fossem reféns. Isso fere o direito constitucional de ir e vir e prejudica a vida de milhares de cidadãos que tem compromissos, muitos inadiáveis, como cirurgias, provas, consultas e tantas outras responsabilidades importantes. Penso que tratam a população com desrespeito aos problemas e compromissos de cada cidadão, num absoluto descaso com as consequências que podem ocorrer com as pessoas prejudicadas.

A fragilidade do sistema de transporte público impede que a população tenha outra opção para sair da Ilha, além da Estrada do Galeão. O transporte marítimo, através das barcas que partem do Aterro do Cocotá, funciona precariamente, com embarcações lentas e ultrapassadas, além de poucos horários. Com isso, os moradores ficam literalmente ilhados à espera de que o trânsito seja liberado e possam seguir a vida.

Questiono se a obstrução do trânsito na única via de entrada e saída da Ilha, e que prejudica milhares de vidas, tem êxito prático ou se a ação apenas é utilizada como elemento estratégico. Acho difícil algum bandido esperar na fila para ser revistado durante um congestionamento. Mas conheço gente que perdeu a cirurgia e sua vida corre risco.




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Opinião - José Richard - Este ano o carnaval de rua na Ilha do Governador promete ser ainda mais animado, não apenas pela confirmação do desfile de dezenas de blocos de rua, mas principalmente pelo apoio oficial e estrutura que a prefeitura fornecer para a organização do carnaval no Cacuia e Cocotá, dois dos mais tradicionais bairros da região.

Opinião - É crescente a reação de moradores indignados com os vizinhos mal educados que depositam sacos com lixo na porta da casa dos outros ou jogam pelas calçadas. A notícia é boa porque revela que aumenta o número de pessoas conscientes com os conceitos básicos de cidadania.

Opinião - José Richard - Os ensaios de rua da União da Ilha, realizados nas noites das quartas feiras, têm levado um grande público para o trecho da Estrada do Galeão, entre o relógio do Cacuia e a quadra da escola. É curioso como as dificuldades financeiras da agremiação funcionam como estímulo aos componentes que se desdobram em caprichar e levam ao delírio a multidão que assiste na rua ou na sacada dos prédios.

Opinião - A Ilha do Governador é uma das melhores regiões da cidade para se morar. Difícil encontrar um morador que queira trocar por outro lugar na cidade. Fora o problema grave de mobilidade urbana, setor em que pouca coisa funciona bem, ainda assim vivemos melhor que a maioria das outras regiões. Estamos protegidos do trânsito de veículos que apenas usam um território para deslocamento para outras regiões. Quem vem pra Ilha não está indo pra outro lugar, e isso é uma vantagem fantástica que evita a população flutuante que acaba atrapalhando a vida local e complica mais ainda o trânsito.

Opinião - A importância de uma maternidade pública na Ilha do Governador é o de um serviço de saúde essencial para os mais tradicionais moradores da região. Alguns deles nasceram no Hospital Paulino Werneck e naturalmente sentem orgulho de serem verdadeiros insulanos da gema, como se costuma dizer.

Opinião - A importância de uma maternidade pública na Ilha do Governador é o de um serviço de saúde essencial para os mais tradicionais moradores da região. Alguns deles nasceram no Hospital Paulino Werneck e naturalmente sentem orgulho de serem verdadeiros insulanos da gema, como se costuma dizer.


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Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

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