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Opinião - José Richard

09/11/2018 - opiniao /Edição 1910
No Cacuia, em frente ao Mundial; no Cocotá, em frente ao Bradesco; na esquina da Rua Colina com a Estrada do Galeão e, em frente ao Ilha Plaza Shopping, são territórios absolutamente dominados pelas vans. Quem manda são elas. A PM e a GM passam e não as vêem.

É inacreditável, mas nesses quatro locais os insulanos se sentem reféns da desordem imposta pelas vans que cometem graves irregularidades contra os regulamentos e leis do trânsito.

No restante das nossas vias, e por todos os bairros da Ilha, os motoristas de ônibus e de carros de passeio precisam sair da frente e dar a vez para vans que ultrapassam sinais fechados ou trafegam por cima das calçadas em alta velocidade, cometendo infrações gravíssimas e colocando a vida das outras pessoas em risco.

Ainda produzem outras irregularidades e a maioria não aceita o passe dos idosos e outras gratuidades obrigatórias, revelando que também não possuem nenhum respeito aos direitos dos cidadãos mais velhos.

Enquanto a Polícia Militar se esquivar, alegando que não age contra essas atividades que desrespeitam as leis e colocam em risco a vida dos insulanos, porque os delitos não são da sua responsabilidade — o que é verdade — e por outro lado, a Guarda Municipal — que também tem razão — justifica a falta de ações por ter uma tropa reduzida, as vans vão continuar a imperar nas ruas. 

Então, a má notícia é que a gritaria dos cobradores de vans, ampliados por alto falantes nos pontos dos ônibus, vai continuar e a desordem deve se multiplicar pela absoluta falta de fiscalização e punição. 

A indignação do povo está no limite e é preciso resgatar a obediência e respeito às leis, com a ação das autoridades agindo e da população cobrando. 




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Opinião - Cacuia, talvez o mais tradicional bairro da Ilha do Governador, tem muitas histórias, é berço da União da Ilha e de grande parte de tradicionais empresas da Ilha. Também tem a maior feira livre da região que acontece nas manhãs de domingo e recebe milhares de consumidores de todos os bairros da Ilha.

Opinião - A falta de credibilidade nas principais instituições públicas brasileiras, como o judiciário, legislativo e executivo me levam a crer que vamos ver um novo rosto do Brasil diante das mudanças que já aconteceram com o resultado das eleições no primeiro turno, e que vai mudar mais a partir de segunda-feira. O novo cenário político dificilmente vai ser tão ruim quanto ao atual.

Opinião - José Richard - Tenho repetido algumas vezes que a região da Ilha do Governador é de extrema importância para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Seja pelo aeroporto internacional e toda planta de serviços aeroviários, seja pelas grandes empresas instaladas na região, como estaleiros e grandes empresas de derivados de petróleo.

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.


Edição 1911
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