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Opinião

01/11/2018 - Opinião /Edição 1909
Cacuia, talvez o mais tradicional bairro da Ilha do Governador, tem muitas histórias, é berço da União da Ilha e de grande parte de tradicionais empresas da Ilha. Também tem a maior feira livre da região que acontece nas manhãs de domingo e recebe milhares de consumidores de todos os bairros da Ilha.

A via principal, a Estrada do Cacuia, tem um problema grave provocado pela confusão no trânsito no trecho de duas quadras, entre o relógio e o cemitério. O pedaço deve ter apenas uns 500 metros, mas é muito complicado para veículos e pedestres. Além do estacionamento nos dois lados em diversos pontos, a rua tem mão dupla e mais da metade das linhas de ônibus e vans passam por ela. São muitos veículos e muita gente.

A existência de um comércio variado e popular, além de um dos melhores supermercados da Ilha, atrai milhares de consumidores que provocam um fantástico fluxo de gente e carros, que se movimentam num confuso vai e vem. A pouca fiscalização e a falta de policiamento permanente geram abusos e irregularidades, principalmente dos motoristas de vans que fazem dos pontos de ônibus estacionamento para lotar seus veículos.
O engarrafamento diário provocado pela enorme quantidade de veículos que transitam pelo trecho exige paciência dos motoristas e passageiros. O tempo perdido e o perigo a que estão submetidos os passageiros de ônibus que são obrigados a saltar no meio da rua porque os pontos estão tomados pelas vans é constrangedor de se ver.

Como é praticamente improvável que os motoristas de vans se tornem mais sensatos, é certo que a dor de cabeça vai continuar. A não ser que diante dessa desordem insana a polícia desloque uma viatura durante o dia para as imediações do ponto de ônibus em frente ao Supermercado Mundial, centro de grande parte da confusão e desrespeito à ordem.



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Opinião - José Richard - No Cacuia, em frente ao Mundial; no Cocotá, em frente ao Bradesco; na esquina da Rua Colina com a Estrada do Galeão e, em frente ao Ilha Plaza Shopping, são territórios absolutamente dominados pelas vans. Quem manda são elas. A PM e a GM passam e não as vêem.

Opinião - A falta de credibilidade nas principais instituições públicas brasileiras, como o judiciário, legislativo e executivo me levam a crer que vamos ver um novo rosto do Brasil diante das mudanças que já aconteceram com o resultado das eleições no primeiro turno, e que vai mudar mais a partir de segunda-feira. O novo cenário político dificilmente vai ser tão ruim quanto ao atual.

Opinião - José Richard - Tenho repetido algumas vezes que a região da Ilha do Governador é de extrema importância para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Seja pelo aeroporto internacional e toda planta de serviços aeroviários, seja pelas grandes empresas instaladas na região, como estaleiros e grandes empresas de derivados de petróleo.

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.


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