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Opinião - José Richard

19/10/2018 - opiniao /Edição 1907
Tenho repetido algumas vezes que a região da Ilha do Governador é de extrema importância para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Seja pelo aeroporto internacional e toda planta de serviços aeroviários, seja pelas grandes empresas instaladas na região, como estaleiros e grandes empresas de derivados de petróleo.

Além disso, a população está em torno de 300 mil habitantes, quantidade semelhante, ou maior, do que cidades importantes como Petrópolis, Nova Friburgo e Teresópolis, entre outras.

Todavia, a população não observa, há anos, nenhum movimento transformador que possa ser aproveitada para melhorar a qualidade de vida dos insulanos. Também não existem ações concretas que tratam o desenvolvimento econômico tendo como base um novo modelo de mobilidade urbana com um desenho especial para a região, por extrema necessidade, em razão de ser uma ilha e diferente. Só possui uma saturada via de acesso. Por essas e outras razões, a região deveria ter um tratamento absolutamente diferente das outras localidades do município e do estado para que possa se desenvolver.

Por exemplo, não é possível continuar ser contemplativo com a situação revoltante do sistema de barcas, cujo serviço é essencial, no mínimo como alternativa para o transporte de passageiros para o centro da cidade. No aspecto do lazer, por que não funcionam aos fins de semana para proporcionar passeios de lazer no mesmo trajeto e Paquetá?  Pura maldade contra a população, sobretudo aos mais pobres.

Vamos torcer para o sucesso da nova conjuntura política, a partir de janeiro, esperando que as forças do bem possam estar mais fortes e as soluções se tornem realidade. A população merece!




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Opinião - José Richard - No Cacuia, em frente ao Mundial; no Cocotá, em frente ao Bradesco; na esquina da Rua Colina com a Estrada do Galeão e, em frente ao Ilha Plaza Shopping, são territórios absolutamente dominados pelas vans. Quem manda são elas. A PM e a GM passam e não as vêem.

Opinião - Cacuia, talvez o mais tradicional bairro da Ilha do Governador, tem muitas histórias, é berço da União da Ilha e de grande parte de tradicionais empresas da Ilha. Também tem a maior feira livre da região que acontece nas manhãs de domingo e recebe milhares de consumidores de todos os bairros da Ilha.

Opinião - A falta de credibilidade nas principais instituições públicas brasileiras, como o judiciário, legislativo e executivo me levam a crer que vamos ver um novo rosto do Brasil diante das mudanças que já aconteceram com o resultado das eleições no primeiro turno, e que vai mudar mais a partir de segunda-feira. O novo cenário político dificilmente vai ser tão ruim quanto ao atual.

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.


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