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Opinião - José Richard

11/10/2018 - Opinião /Edição 1906
É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.
As consequências foram devastadoras. Pequenas empresas, prestadores de serviço, pensões e restaurantes que funcionavam no entorno da empresa fecharam as portas e os imóveis desvalorizaram. Muita gente sofreu e sofre. Alguns mudaram de profissão e outros buscaram sobreviver de bicos. O dinheiro que não entrou no caixa da empresa, até hoje faz falta na economia da Ilha. Muitas famílias ficaram na miséria e desesperadas com o desemprego.
Suponho que o insucesso da operação de encomenda dos navios que resultou na paralização da montagem das embarcações, na sua etapa final, seja uma incógnita. Conjecturo, entretanto, que possa ser atribuído a má gestão da companhia durante a avaliação dos riscos, apostando em compradores instáveis, ou em imprevisíveis mudanças da conjuntura do mercado naval internacional. 
É muita coincidência que os diferentes donos dos três navios, cujos custos de construção são milionários, tenham desistido das encomendas no meio do caminho. É preciso que as causas do fracasso das operações sejam esclarecidas para evitar novos desastres como esses, e que a União não seja chamada a pagar a conta de irresponsabilidades privadas. Enquanto o Eisa está na UTI, a maioria das famílias dos trabalhadores demitidos sofre com a falta de salários que ainda não foram totalmente pagos.



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Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.

Opinião - É uma pena que a Ilha do Governador e Fundão não seja um município. Tem todas as condições para isso, sobretudo um conjunto de fatores que geram receitas importantes para garantir o funcionamento e gestão do que seria uma cidade próspera, e com melhor qualidade de vida.

Opinião - José Richard - A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão. Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores, foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.

Opinião - José Richard - Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.

Opinião - Quem acha que é impossível a Light piorar os seus serviços na Ilha do Governador se enganou.


Edição 1906
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