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Opinião

28/09/2018 - opiniao /Edição 1904
É uma pena que a Ilha do Governador e Fundão não seja um município. Tem todas as condições para isso, sobretudo um conjunto de fatores que geram receitas importantes para garantir o funcionamento e gestão do que seria uma cidade próspera, e com melhor qualidade de vida.

No cenário da cidade do Rio de Janeiro, a região é importante estrategicamente, não apenas pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim, porta de entrada da cidade, e por onde chegam milhares de turistas para o Brasil, mas também pelas centenas de grandes empreendimentos tanto na área aeroportuária como naval. Seria importante que a região tivesse mais independência para resolver questões locais para gerar mais desenvolvimento e progresso. Nossa rotina é diferente das outras regiões da cidade e precisaria ter mais apoio de todos os níveis de governo: federal, estadual e municipal.

Exemplo: nas ruas são poucos os policiais militares, guardas municipais e agentes de trânsito para conter o avanço de vans e outros transportes piratas perigosos que tomam conta do trânsito transformando as ruas num verdadeiro inferno e fazem a região ter o pior serviço de mobilidade urbana do Estado. As vans produzem as mais insensatas loucuras nas ruas para transportar passageiros que esperam ônibus velhos que não chegam, e barcas velhas e lentas que fazem apenas três viagens por dia e não funcionam nos finais de semana. Para o restante da cidade isso não tem a mínima importância, mas para os insulanos são questões relevantes que incomodam e prejudicam toda população de quase 300 mil pessoas.

A região tem vocação e virtudes para o desenvolvimento que são próprias e específicas de território semelhantes cercado pelas águas, como a indústria pesqueira e a naval de pequeno e médio porte. Precisamos de um olhar e ações urgentes das autoridades que buscam o progresso do país.




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Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.

Opinião - José Richard - A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão. Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores, foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.

Opinião - José Richard - Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.

Opinião - Quem acha que é impossível a Light piorar os seus serviços na Ilha do Governador se enganou.


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Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

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