Assinatura Virtual

Cadastra-se e receba toda semana em seu e-mail o Ilha Notícias On-line.

Newsletter

Nome:

 

Email:

 


 

Nome:

 

Email:

 


Siga-nos

facebook
twitter
instagram
google+
youtube
blogger

Opinião - José Richard

21/09/2018 - opiniao /Edição 1903
A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão.  Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores,  foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.

A antiga frota da Paranapuan que rodava em outras épocas, com de mais de 220 ônibus, sempre novos, cujo limite de uso era de cinco anos, foi reduzida atualmente cerca de 100 veículos, a maioria com o tempo de uso além dos limites e, tornou-se comum, vistos sendo arrastados pelos reboques, por absoluta falta de manutenção ou, possivelmente, porque já esgotaram o tempo de vida útil.

Devido aos problemas no funcionamento adequado do transporte marítimo, que também agoniza, milhares de passageiros da Ilha, que trabalham ou estudam fora da região, estão reféns de um desorganizado sistema de mobilidade urbana, onde centenas de vans ocupam cada vez mais espaço por absoluta ausência das outras opções de transporte público. Muitas dessas vans são ilegais e tomam, literalmente no grito, os passageiros dos ônibus e barcas, sem que possa haver alguma reação.  Pena que muitas dessas vans desobedeçam as leis de trânsito e trafeguem em alta velocidade, colocando em risco os passageiros e tratem mal os idosos.

A crise na Paranapuan afeta a vida de todos nós e a população não suporta mais tanto desconforto e sofrimento. É preciso definir urgente a atitude que deve ser tomada. 




Veja Também

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.

Opinião - É uma pena que a Ilha do Governador e Fundão não seja um município. Tem todas as condições para isso, sobretudo um conjunto de fatores que geram receitas importantes para garantir o funcionamento e gestão do que seria uma cidade próspera, e com melhor qualidade de vida.

Opinião - José Richard - Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.

Opinião - Quem acha que é impossível a Light piorar os seus serviços na Ilha do Governador se enganou.


Edição 1906
Leia


Edições anteriores





Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras