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Opinião - José Richard

21/09/2018 - opiniao /Edição 1903
A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão.  Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores,  foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.

A antiga frota da Paranapuan que rodava em outras épocas, com de mais de 220 ônibus, sempre novos, cujo limite de uso era de cinco anos, foi reduzida atualmente cerca de 100 veículos, a maioria com o tempo de uso além dos limites e, tornou-se comum, vistos sendo arrastados pelos reboques, por absoluta falta de manutenção ou, possivelmente, porque já esgotaram o tempo de vida útil.

Devido aos problemas no funcionamento adequado do transporte marítimo, que também agoniza, milhares de passageiros da Ilha, que trabalham ou estudam fora da região, estão reféns de um desorganizado sistema de mobilidade urbana, onde centenas de vans ocupam cada vez mais espaço por absoluta ausência das outras opções de transporte público. Muitas dessas vans são ilegais e tomam, literalmente no grito, os passageiros dos ônibus e barcas, sem que possa haver alguma reação.  Pena que muitas dessas vans desobedeçam as leis de trânsito e trafeguem em alta velocidade, colocando em risco os passageiros e tratem mal os idosos.

A crise na Paranapuan afeta a vida de todos nós e a população não suporta mais tanto desconforto e sofrimento. É preciso definir urgente a atitude que deve ser tomada. 




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Opinião - A importância de uma maternidade pública na Ilha do Governador é o de um serviço de saúde essencial para os mais tradicionais moradores da região. Alguns deles nasceram no Hospital Paulino Werneck e naturalmente sentem orgulho de serem verdadeiros insulanos da gema, como se costuma dizer.

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