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Opinião - José Richard

14/09/2018 - opiniao /Edição 1902
Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.

Felizmente o balão não chegou até a pista do aeroporto, mas enquanto estava no ar, a torre de controle do aeroporto lançou um alerta a todos pilotos de aviões em procedimentos de decolagem e aproximação da pista. Foram minutos de muita tensão, porque os balões navegam sem direção e na velocidade do vento que pode mudar a qualquer momento, e um choque com uma aeronave resultaria em uma grande tragédia.

Soltar balões é crime, e a pena varia de um a quatro anos de prisão. Todavia, pelo grande risco que representa para aviação, residências e galpões, entre outros patrimônios públicos e particulares, é um castigo muito leve. Exemplo: No caso do incêndio no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, pelo menos uma mulher, moradora das vizinhanças do museu, disse a jornalistas que momentos antes do incêndio viu um balão caindo próximo ao museu. Como ainda não foram esclarecidas as causas, a queda de um balão está sendo considerada pelas autoridades.

A região da Ilha, além do intenso trafego aéreo do Galeão e da proximidade com o Aeroporto Santos Dumont, tem instalações com fábricas de derivados de petróleo, na Ribeira, cujo perigo vindo dos céus, pelo uso de balões pode causar alguma catástrofe. Não é uma coisa sensata soltar balões. É crime!





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