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Opinião

06/09/2018 - opiniao /Edição 1901
Quem acha que é impossível a Light piorar os seus serviços na Ilha do Governador se enganou. Além dos picos de luz generalizados cuja consequência é a queima de aparelhos domésticos e dos equipamentos de precisão nas empresas, saibam os leitores desavisados que há cerca de dois anos a empresa desativou a sua agência que funcionava no Ilha Plaza Shopping. Bons tempos. Lá eram resolvidos todos os problemas dos consumidores. A mudança, inexplicável, para fora da Ilha é uma brincadeira de mau gosto, diante da importância da Ilha no cenário do estado e cuja população é de quase 300 mil pessoas que são obrigadas a sair da Ilha para resolver assuntos com a Light.
 
Se a Light agisse dentro dos conceitos da sua visão e missão, e sobretudo com  bom senso e comprometida com o desenvolvimento, devia, na verdade, abrir outro posto na região da Ilha do Governador e Fundão. Mas não é assim que age. Para economizar nas despesas de aluguel, a empresa quer que os insulanos se lixem, gastem nas passagens dos deslocamentos até a Penha e corram riscos desnecessários. Na tentativa de atenuar a maldade, criou uma unidade móvel, que mensalmente fica estacionada em cima de uma calçada qualquer da Ilha. Funciona com dois atendentes que trabalham espremidos dentro de uma van e prestam serviços parciais para clientes que esperam longo tempo na fila. Faça chuva ou faça sol. 
 
O cidadão que é obrigado a pagar pontualmente a sua conta, sob pena de ter a luz cortada, não tem reciprocidade da Light que abusa da sua posição de única fornecedora de energia na cidade. A Light é uma empresa privada e fica claro, diante das suas ações, que o seu único objetivo é o lucro. Em primeiro lugar e a qualquer custo. Depois pensam nas necessidades da população, que sofre com o péssimo serviço que recebe. 
 
A Light é provavelmente, uma das maiores culpadas pelo sentimento de humilhação e sofrimento da população carioca. A empresa faz o que quer, e como quer. As ligações irregulares em terrenos invadidos é uma delas. A população que se dane e pague a conta. 




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Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.

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Opinião - José Richard - A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão. Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores, foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.

Opinião - José Richard - Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.


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