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Opinião - José Richard

13/07/2018 - opiniao /Edição 1893
As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê. 

Com uma geografia acidentada por diversos morros, os corredores de circulação contornam as regiões mais elevadas, obrigando a concentração de de carros nas partes mais baixas, cujas ruas foram construídas evitando as elevações. Para ir do Cacuia ao Cocotá, por exemplo, os veículos usam quase que exclusivamente o trajeto pela Estrada do Cacuia. A única alternativa para ir da Ribeira à Praia da Bica é a Estrada Rio Jequiá, cheia de curvas, mão dupla e com um trafego intenso de caminhões carregados de derivados de petróleo, cujo destino é a Shell ou a Moove/Cosan, ambas na Ribeira. Quem buscar atalho pelo Rua dos Monjolos corre o risco de ficar preso no trânsito entre os carros estacionados nos dois lados da estreita e movimentada daquela via, também de mão dupla.

O caos que tomou conta do trânsito na pista de saída da Estrada do Galeão nas manhãs de segunda à sexta das últimas semanas, devido a uma importante obra na rede de esgotos da comunidade da Vila Joaniza, felizmente já concluída, é outro exemplo de como os motoristas da Ilha estão sujeitos a sérios problemas e engarrafamentos diante das situações geográficas que não oferecem alternativas, seja pela quantidade de morros ou pela condição da Ilha do Governador ter apenas uma saída terrestre para as outras regiões da cidade.

Os problemas se multiplicam com a desordem que vans e kombis, muitas ilegais, geram, seja nos pontos onde estacionam à espera de passageiros, ou por desrespeitarem todas as leis de trânsito, criando muita confusão e perigo no complicado trânsito da Ilha.




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Opinião - José Richard - No Cacuia, em frente ao Mundial; no Cocotá, em frente ao Bradesco; na esquina da Rua Colina com a Estrada do Galeão e, em frente ao Ilha Plaza Shopping, são territórios absolutamente dominados pelas vans. Quem manda são elas. A PM e a GM passam e não as vêem.

Opinião - Cacuia, talvez o mais tradicional bairro da Ilha do Governador, tem muitas histórias, é berço da União da Ilha e de grande parte de tradicionais empresas da Ilha. Também tem a maior feira livre da região que acontece nas manhãs de domingo e recebe milhares de consumidores de todos os bairros da Ilha.

Opinião - A falta de credibilidade nas principais instituições públicas brasileiras, como o judiciário, legislativo e executivo me levam a crer que vamos ver um novo rosto do Brasil diante das mudanças que já aconteceram com o resultado das eleições no primeiro turno, e que vai mudar mais a partir de segunda-feira. O novo cenário político dificilmente vai ser tão ruim quanto ao atual.

Opinião - José Richard - Tenho repetido algumas vezes que a região da Ilha do Governador é de extrema importância para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Seja pelo aeroporto internacional e toda planta de serviços aeroviários, seja pelas grandes empresas instaladas na região, como estaleiros e grandes empresas de derivados de petróleo.

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.


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