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Opinião

29/06/2018 - opiniao /Edição 1891
A solenidade pública que será realizada nesta sexta-feira (29), a partir das 16h, no calçadão em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, vai homenagear os policiais militares que se destacaram no trimestre. A eles serão entregues Moções de Reconhecimento da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro e presentes oferecidos por empresas da Ilha, como gesto de reconhecimento e gratidão.

A ideia do evento é estimular o orgulho da população pela coragem dos brasileiros, que colocam a própria vida em defesa dos cidadãos. Ao mesmo tempo, o gesto da Associação Comercial e dos comerciantes da Ilha, busca aproximar os moradores da PM e resgatar o devido reconhecimento à essa valorosa unidade policial que protege a todos nós.

Uma corporação que perde, por ano, cerca de 120 de seus agentes na luta contra o crime e cujos policiais militares estão sob permanente ameaça nas ruas, seja em serviço ou nos horários de folga com a família, merece ter a admiração e o apoio da comunidade.

O 17º BPM atualmente conta com aproximadamente 200 agentes, mas já teve cerca de 1.100 policiais há cerca de 45 anos, quando o quartel, localizado no bairro do Zumbi foi inaugurado e entrou em operações na Ilha do Governador. E a luta que a PM trava atualmente contra o crime é desigual. Enquanto a corporação diminuiu seu contingente ao longo dos anos, os criminosos se multiplicaram e passaram a ter armamentos mais modernos e letais. 

A simples ronda nas viaturas da PM, para vigiar as ruas, é uma prova de coragem. Enquanto os criminosos se escondem nas sobras, os agentes ficam expostos e vulneráveis a ataques de surpresa. Nenhum policial está seguro em casa ou nas ruas, no trabalho ou na condução. Eles merecem ser homenageados por todos cidadãos desta cidade. É preciso colocar os valores na ordem correta.




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Opinião - José Richard - As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê.

Opinião - José Richard - Morar na Ilha do Governador é um privilégio e todos devemos defender nosso chão para continuar sendo o excelente lugar que é para morar, desenvolver negócios e viver em paz. O sonho de todos insulanos é morar na Ilha e trabalhar por aqui mesmo, sem precisar enfrentar os desagradáveis engarrafamentos na Estrada do Galeão e os perigos da Linha Vermelha.

Opinião - José Richard - O problema de diversas ocupações que acontecem na cidade e na Ilha do Governador é que, duas empresas importantes como a Cedae e a Light, abastecem com água e energia os invasores. Com luz e água as irregularidades aumentam e os locais se tornam verdadeiras vilas, onde prosperam atividades ilegais e a cada dia se tornam mais difíceis de serem legalizadas, mesmo em terrenos particulares e sob pressão da justiça.

Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

Opinião - Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.


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