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Opinião - José Richard

22/06/2018 - opiniao /Edição 1890
O problema de diversas ocupações que acontecem na cidade e na Ilha do Governador é que, duas empresas importantes como a Cedae e a Light, abastecem com água e energia os invasores. Com luz e água as irregularidades aumentam e os locais se tornam verdadeiras vilas, onde prosperam atividades ilegais e a cada dia se tornam mais difíceis de serem legalizadas, mesmo em terrenos particulares e sob pressão da justiça.

A solução prática para evitar o caos que muitas dessas invasões provocam, por falta de planejamento urbano, onde quase tudo é ilegal, é o governo do estado e a prefeitura notificarem à Cedae e à Light que não devem instalar água e energia por simples falta de legitimidade, seja o terreno público ou privado.

No caso do uso da água, identificado em locais que não recebem conta nem possuem relógios, pode ser tratado pelas autoridades simplesmente como roubo. E os responsáveis submetidos à mesma lei que é aplicada e pune os donos das propriedades legais que instalam gatos em residências e empresas, após serem identificados pelos técnicos da Cedae e apontados pela imprensa. Imagino que a Cedae deve perder milhões. Com a medida a empresa poderia mandar contas mais baratas para quem vive e sofre na legalidade.

Quanto à Light é diferente. A empresa instala relógios e liga a luz em qualquer lugar viabilizando o desenvolvimento das irregularidades. A Light parece tolerar ilegalidades desde que alguém pague a conta, procedimento que pode ser interpretado até como cumplicidade por conveniência.  

Portanto, se fazem necessárias e urgentes medidas para que as duas empresas sejam notificadas pelo poder público estadual ou municipal para evitar a instalação dos seus serviços em terrenos ou regiões cuja propriedade o dono não permite a ocupação. Caso não cumpram deveriam ser responsabilizadas na justiça pelos seus atos.




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Opinião - José Richard - As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê.

Opinião - José Richard - Morar na Ilha do Governador é um privilégio e todos devemos defender nosso chão para continuar sendo o excelente lugar que é para morar, desenvolver negócios e viver em paz. O sonho de todos insulanos é morar na Ilha e trabalhar por aqui mesmo, sem precisar enfrentar os desagradáveis engarrafamentos na Estrada do Galeão e os perigos da Linha Vermelha.

Opinião - A solenidade pública que será realizada nesta sexta-feira (29), a partir das 16h, no calçadão em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, vai homenagear os policiais militares que se destacaram no trimestre. A eles serão entregues Moções de Reconhecimento da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro e presentes oferecidos por empresas da Ilha, como gesto de reconhecimento e gratidão.

Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

Opinião - Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.


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