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Opinião - José Richard

15/06/2018 - opiniao /Edição 1889
Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

No Brasil, durante a recente greve dos ônibus aconteceu justo o contrário. Vans e kombis, mesmo circulando com a lotação máxima, aumentaram os preços das passagens e comemoraram os lucros fantásticos obtidos de uma população sofrida que precisava manter a sua rotina e seus empregos. Não houve solidariedade.

Penso que a pedra que matou um motorista durante a recente greve dos caminhoneiros tem o mesmo peso e agressividade contra outros brasileiros que querem exercer o direito de trabalhar e garantir o sustento de suas famílias. Eles entendem que os protestos podem ser feitos através do diálogo e da força da inteligência nas negociações, cujos resultados verdadeiramente garantem aumentos salarias, valorização profissional e a conquista da dignidade. Não é no berro ou jogando pedras e agredindo colegas de trabalho que se chega ao equilíbrio de interesses e na sensatez dos argumentos vencedores. 

No Rio, vândalos grevistas, chegaram até o limite da estupidez ao destruírem estações do BRT, provocando prejuízos ao município e desconforto para milhares de cariocas. Foi mais uma pedrada, principalmente nas senhoras grávidas e nossos idosos. 




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Opinião - José Richard - As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê.

Opinião - José Richard - Morar na Ilha do Governador é um privilégio e todos devemos defender nosso chão para continuar sendo o excelente lugar que é para morar, desenvolver negócios e viver em paz. O sonho de todos insulanos é morar na Ilha e trabalhar por aqui mesmo, sem precisar enfrentar os desagradáveis engarrafamentos na Estrada do Galeão e os perigos da Linha Vermelha.

Opinião - A solenidade pública que será realizada nesta sexta-feira (29), a partir das 16h, no calçadão em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, vai homenagear os policiais militares que se destacaram no trimestre. A eles serão entregues Moções de Reconhecimento da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro e presentes oferecidos por empresas da Ilha, como gesto de reconhecimento e gratidão.

Opinião - José Richard - O problema de diversas ocupações que acontecem na cidade e na Ilha do Governador é que, duas empresas importantes como a Cedae e a Light, abastecem com água e energia os invasores. Com luz e água as irregularidades aumentam e os locais se tornam verdadeiras vilas, onde prosperam atividades ilegais e a cada dia se tornam mais difíceis de serem legalizadas, mesmo em terrenos particulares e sob pressão da justiça.

Opinião - Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.


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