Assinatura Virtual

Cadastra-se e receba toda semana em seu e-mail o Ilha Notícias On-line.

Newsletter

Nome:

 

Email:

 


 

Nome:

 

Email:

 


Siga-nos

facebook
twitter
instagram
google+
youtube
blogger

Opinião - José Richard

15/06/2018 - opiniao /Edição 1889
Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

No Brasil, durante a recente greve dos ônibus aconteceu justo o contrário. Vans e kombis, mesmo circulando com a lotação máxima, aumentaram os preços das passagens e comemoraram os lucros fantásticos obtidos de uma população sofrida que precisava manter a sua rotina e seus empregos. Não houve solidariedade.

Penso que a pedra que matou um motorista durante a recente greve dos caminhoneiros tem o mesmo peso e agressividade contra outros brasileiros que querem exercer o direito de trabalhar e garantir o sustento de suas famílias. Eles entendem que os protestos podem ser feitos através do diálogo e da força da inteligência nas negociações, cujos resultados verdadeiramente garantem aumentos salarias, valorização profissional e a conquista da dignidade. Não é no berro ou jogando pedras e agredindo colegas de trabalho que se chega ao equilíbrio de interesses e na sensatez dos argumentos vencedores. 

No Rio, vândalos grevistas, chegaram até o limite da estupidez ao destruírem estações do BRT, provocando prejuízos ao município e desconforto para milhares de cariocas. Foi mais uma pedrada, principalmente nas senhoras grávidas e nossos idosos. 




Veja Também

Opinião - José Richard - No Cacuia, em frente ao Mundial; no Cocotá, em frente ao Bradesco; na esquina da Rua Colina com a Estrada do Galeão e, em frente ao Ilha Plaza Shopping, são territórios absolutamente dominados pelas vans. Quem manda são elas. A PM e a GM passam e não as vêem.

Opinião - Cacuia, talvez o mais tradicional bairro da Ilha do Governador, tem muitas histórias, é berço da União da Ilha e de grande parte de tradicionais empresas da Ilha. Também tem a maior feira livre da região que acontece nas manhãs de domingo e recebe milhares de consumidores de todos os bairros da Ilha.

Opinião - A falta de credibilidade nas principais instituições públicas brasileiras, como o judiciário, legislativo e executivo me levam a crer que vamos ver um novo rosto do Brasil diante das mudanças que já aconteceram com o resultado das eleições no primeiro turno, e que vai mudar mais a partir de segunda-feira. O novo cenário político dificilmente vai ser tão ruim quanto ao atual.

Opinião - José Richard - Tenho repetido algumas vezes que a região da Ilha do Governador é de extrema importância para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Seja pelo aeroporto internacional e toda planta de serviços aeroviários, seja pelas grandes empresas instaladas na região, como estaleiros e grandes empresas de derivados de petróleo.

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.


Edição 1910
Leia


Edições anteriores





Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras