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Opinião

08/06/2018 - opiniao /Edição 1888
Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.

É impensável que a aeronáutica ainda não tenha percebido essas ocupações, e por isso imagino que as autoridades militares tenham em mãos planos para controlar o crescimento populacional em seus territórios. E, principalmente, criem condições humanas e dignas para acolher essas pessoas. É preciso estar atento como vai ser o fornecimento de água, luz, esgotos, e também proporcionar estrutura de educação e saúde. São condições mínimas para aceitar, com dignidade, a ocupação de uma nova área no Galeão. 

A criação de novas comunidades na Ilha do Governador é preocupante, sobretudo no Galeão onde existem vastas áreas vazias e sob jurisdição militar, talvez por suas posições estratégicas perto do segundo maior aeroporto do país. É preocupante que boa parte da Avenida das Canárias, no trecho onde existem muros dos dois lados protegendo áreas da aeronáutica, aparentemente não existe vigilância e revela a fragilidade para impedir novas ocupações.

Enquanto isso, em Tubiacanga, começam as obras para evitar o avanço das invasões no terreno ao lado da pista do aeroporto. A medida é da Rio Galeão, concessionária do aeroporto Tom Jobim, que deverá instalar um posto com vigias e cancela para controlar o acesso à Tubiacanga. O projeto também vai fechar e para os espaços à beira daquela estrada, onde habitualmente são abandonados, e muitas vezes incendiados veículos roubados. 




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Opinião - José Richard - As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê.

Opinião - José Richard - Morar na Ilha do Governador é um privilégio e todos devemos defender nosso chão para continuar sendo o excelente lugar que é para morar, desenvolver negócios e viver em paz. O sonho de todos insulanos é morar na Ilha e trabalhar por aqui mesmo, sem precisar enfrentar os desagradáveis engarrafamentos na Estrada do Galeão e os perigos da Linha Vermelha.

Opinião - A solenidade pública que será realizada nesta sexta-feira (29), a partir das 16h, no calçadão em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, vai homenagear os policiais militares que se destacaram no trimestre. A eles serão entregues Moções de Reconhecimento da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro e presentes oferecidos por empresas da Ilha, como gesto de reconhecimento e gratidão.

Opinião - José Richard - O problema de diversas ocupações que acontecem na cidade e na Ilha do Governador é que, duas empresas importantes como a Cedae e a Light, abastecem com água e energia os invasores. Com luz e água as irregularidades aumentam e os locais se tornam verdadeiras vilas, onde prosperam atividades ilegais e a cada dia se tornam mais difíceis de serem legalizadas, mesmo em terrenos particulares e sob pressão da justiça.

Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.


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