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Opinião - José Richard

01/06/2018 - opiniao /Edição 1887
As nefastas consequências do movimento dos caminhoneiros que nesta semana atingiu praticamente todas as cidades brasileiras demonstram a nossa extrema dependência das áreas de transporte, energia elétrica e fornecimento de água, por exemplo. Elas são quase tão essenciais como o ar que respiramos. 

Os serviços públicos nas áreas da saúde, educação e segurança seguem na mesma linha de prioridade para garantir a qualidade de vida da população e são essenciais para a nossa existência. Portanto, nossas autoridades deveriam se preocupar mais em planejar ações eficientes para não acontecer novos fatos como os desta semana que praticamente paralisaram a nação. 

As dificuldades criadas pela falta de combustível gerou graves problemas em todas as áreas, e afetou drasticamente o ir e vir de todas as pessoas. Trabalhadores foram impedidos de chegar às empresas, doentes não foram atendidos e escolas foram fechadas, entre centenas de outras consequências ruins, e que provocaram astronômicos prejuízos a todos brasileiros, inclusive aos próprios manifestantes. Por que não fizeram a paralização com os caminhões vazios?

O que pensam os famintos nessas horas, quando milhares de toneladas de alimentos apodreceram na carroceria dos caminhões? É irracional fazer uma paralização com caminhões carregados de alimentos perecíveis e com animais vivos. Milhares de frangos acabaram morrendo de fome e sede. 

Não tem cabimento essa irracionalidade que gerou prejuízos gravíssimos e provavelmente vão levar o Brasil a um novo desiquilíbrio econômico. Não tenho dúvidas de que existem manipulações políticas daqueles que desenvolvem a máxima do quanto pior melhor. 

As justas reinvindicações dos caminhoneiros foram conquistadas, e elas também seriam atendidas se usassem outras formas de paralizações sem condenar o restante da população a viver dias de caos.




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