Assinatura Virtual

Cadastra-se e receba toda semana em seu e-mail o Ilha Notícias On-line.

Newsletter

Nome:

 

Email:

 


 

Nome:

 

Email:

 


Siga-nos

facebook
twitter
instagram
google+
youtube
blogger

Opinião

25/05/2018 - opiniao /Edição 1886
A fragilidade das instituições públicas diante da greve dos caminhoneiros gerou sérias preocupações ao governo que se viu refém de um movimento que aparentemente não foi provocado por partidos políticos, mas pela insatisfação de uma classe que há muito tempo vive no sacrifício.
 
Os recentes aumentos consecutivos nos preços dos combustíveis, estabelecidos pela Petrobras aumentaram a preocupação dos motoristas, cujos ganhos foram sendo diluídos a cada vez que enchem o tanque. A pressão se tornou insuportável e a classe, de modo organizado, se uniu em todo Brasil, provocando o caos no abastecimento. A população e os negócios sofrem as consequências, mas quando as autoridades fazem ouvidos de mercador não restam alternativas, senão criar fatos para resgatar a dignidade de uma profissão tão relevante para o país.
 
Embora os transtornos causados a todos brasileiros, não há como negar que a paralização dos caminhoneiros foi justa, sobretudo por chamar mais uma vez a atenção sobre a quantidade de impostos embutidos na venda dos combustíveis, que tornam os derivados de petróleo uma grande fonte de arrecadação dos governos, cuja incompetência para resolver a crise ganhou a nota máxima.
 
Muitas outras categorias profissionais têm o poder de praticamente parar as atividades econômicas do país, através de protestos semelhantes que podem gerar prejuízos incalculáveis a todos cidadãos e atividades produtivas. Tenho a esperança de que nossos líderes políticos percebam a gravidade do momento para evitar um novo caos como o desta semana. 
 
Para isso os governos precisam agir para diminuir impostos e tornar os produtos mais baratos. O trabalhador brasileiro precisa respirar e sair desta verdadeira escravidão de impostos. Acabar com a corrupção pública é uma das soluções.




Veja Também

Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

Opinião - Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.

Opinião - José Richard - As nefastas consequências do movimento dos caminhoneiros que nesta semana atingiu praticamente todas as cidades brasileiras demonstram a nossa extrema dependência das áreas de transporte, energia elétrica e fornecimento de água, por exemplo. Elas são quase tão essenciais como o ar que respiramos.

Opinião - José Richard - Nessa semana o Ilha Notícias registra em suas páginas dois importantes movimentos sociais, cujas ações foram dirigidas para ajudar o próximo. O grupo Soul Pixta, formado por insulanos que se divertem de modo tranquilo quase sempre ao som de músicas de cultura alternativa, realizou um evento na véspera do Dia das Mães, destinado a proporcionar ações de embelezamento facial para mães que normalmente não possuem condições de frequentar o salão de beleza. O gesto foi espontâneo e contou com a participação de diversos jovens do coletivo que deram um belo exemplo de carinho a diversas mães.

Opinião -


Edição 1889
Leia


Edições anteriores





Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras