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Opinião - José Richard

27/04/2018 - opiniao /Edição 1882

  A Ilha do Governador se destaca no cenário da cidade como uma das melhores regiões para se morar. Disso ninguém tem dúvidas, seja pela qualidade de vida, áreas de lazer na orla, diversos clubes e a vida mais saudável, sobretudo para os privilegiados que moram e trabalham na Ilha. 

Não que não tenhamos nossos problemas, como praias poluídas, sistema de mobilidade urbana ultrapassado com muitos ônibus velhos e confusão causada pelas vans que são o símbolo da desordem por onde andam. Sem esquecer o péssimo serviço das barcas que sempre será uma grande solução para o transporte dos insulanos para o Centro da cidade, mas que infelizmente funciona muito mal.
Quando destaco a Ilha como um excelente lugar para morar, o principal fator que faz a diferença é a questão da segurança pública, onde ainda persistem problemas graves e pontuais, mas que comparada com outras regiões da cidade ainda é mais segura, e as ações criminosas estatisticamente muito menores. 
 
Os esforços e estratégias das ações do nosso 17º Batalhão de Policia Militar conseguem manter a Ilha com um clima muito melhor que o restante do Rio de Janeiro. E quero registrar um elogio especial ao Coronel Marcelo Menezes, comandante do batalhão da Ilha, cujo trabalho desde quando assumiu em novembro do ano passado, merece ser reconhecido.
 
Esta semana em diversos bairros, como Botafogo e Tijuca a violência chegou a limites insuportáveis e a população dessas localidades está evitando sair de casa, apavorada pelo que está acontecendo nas ruas. No Centro da cidade ninguém tem coragem de falar no celular nas ruas, diante da certeza que terá o aparelho roubado.
 
Se não vivemos no paraíso, o ar que respiramos não possui o clima tenso das outras regiões. Graças a Deus! 




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Opinião - José Richard - Tenho repetido algumas vezes que a região da Ilha do Governador é de extrema importância para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Seja pelo aeroporto internacional e toda planta de serviços aeroviários, seja pelas grandes empresas instaladas na região, como estaleiros e grandes empresas de derivados de petróleo.

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.

Opinião - É uma pena que a Ilha do Governador e Fundão não seja um município. Tem todas as condições para isso, sobretudo um conjunto de fatores que geram receitas importantes para garantir o funcionamento e gestão do que seria uma cidade próspera, e com melhor qualidade de vida.

Opinião - José Richard - A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão. Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores, foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.

Opinião - José Richard - Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.


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