Assinatura Virtual

Cadastra-se e receba toda semana em seu e-mail o Ilha Notícias On-line.

Newsletter

Nome:

 

Email:

 


 

Nome:

 

Email:

 


Siga-nos

facebook
twitter
instagram
google+
youtube
blogger

Opinião

02/04/2018 - opiniao /Edição 1878
Morar na Ilha do Governador ainda faz uma baita diferença em comparação aos cariocas de outras regiões. É claro que perdemos um pouco da tranquilidade de alguns anos quando não havia quase assaltos e roubos, mas é um clima incomparável com a angústia vividas por aquelas pessoas que diariamente são obrigados a se esconder para não ser atingidas por uma bala perdida.

Ainda sinto aquela boa sensação de segurança por estar chegando em casa quando atravesso a ponte. A loucura da insegurança que tomou conta da cidade nos faz sentir privilegiados em viver em uma região, cujos níveis de brutalidade e violência estão perto, mas não nos atingem com a intensidade das linhas Vermelha e Amarela.

No ano passado a violência tomou proporções incomuns na Ilha com assaltantes em motos e invasões de diversos escritórios, residências e alguns sequestros. Nada nos fará acostumar com a violência e o jornal denunciou com veemência o aumento da criminalidade e do medo dos insulanos. Mas, é importante registrar que a ação e as estratégias usadas pela polícia nos últimos meses conseguiu conter o aumento da criminalidade que vinha preocupando a todos insulanos. 

A invasão e destruição realizada por traficantes no posto da PM, localizado no alto da Vila Joaniza, no final do ano passado chegou a gerar a expectativa de que os bandidos tinham tomado aquela importante comunidade de modo definitivo. Todavia, a polícia militar reagiu e reconstruiu o posto, conforme matéria publicada, na página 7, desta edição. Além disso, foram construídas duas torres para vigilância e, na solenidade, a presença do comandante geral da PM e do 17º BPM são a garantia de que a retomada da ordem na comunidade é pra valer.




Veja Também

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.

Opinião - É uma pena que a Ilha do Governador e Fundão não seja um município. Tem todas as condições para isso, sobretudo um conjunto de fatores que geram receitas importantes para garantir o funcionamento e gestão do que seria uma cidade próspera, e com melhor qualidade de vida.

Opinião - José Richard - A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão. Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores, foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.

Opinião - José Richard - Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.

Opinião - Quem acha que é impossível a Light piorar os seus serviços na Ilha do Governador se enganou.


Edição 1906
Leia


Edições anteriores





Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras