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Opinião

02/04/2018 - opiniao /Edição 1878
Morar na Ilha do Governador ainda faz uma baita diferença em comparação aos cariocas de outras regiões. É claro que perdemos um pouco da tranquilidade de alguns anos quando não havia quase assaltos e roubos, mas é um clima incomparável com a angústia vividas por aquelas pessoas que diariamente são obrigados a se esconder para não ser atingidas por uma bala perdida.

Ainda sinto aquela boa sensação de segurança por estar chegando em casa quando atravesso a ponte. A loucura da insegurança que tomou conta da cidade nos faz sentir privilegiados em viver em uma região, cujos níveis de brutalidade e violência estão perto, mas não nos atingem com a intensidade das linhas Vermelha e Amarela.

No ano passado a violência tomou proporções incomuns na Ilha com assaltantes em motos e invasões de diversos escritórios, residências e alguns sequestros. Nada nos fará acostumar com a violência e o jornal denunciou com veemência o aumento da criminalidade e do medo dos insulanos. Mas, é importante registrar que a ação e as estratégias usadas pela polícia nos últimos meses conseguiu conter o aumento da criminalidade que vinha preocupando a todos insulanos. 

A invasão e destruição realizada por traficantes no posto da PM, localizado no alto da Vila Joaniza, no final do ano passado chegou a gerar a expectativa de que os bandidos tinham tomado aquela importante comunidade de modo definitivo. Todavia, a polícia militar reagiu e reconstruiu o posto, conforme matéria publicada, na página 7, desta edição. Além disso, foram construídas duas torres para vigilância e, na solenidade, a presença do comandante geral da PM e do 17º BPM são a garantia de que a retomada da ordem na comunidade é pra valer.




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Opinião - José Richard - As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê.

Opinião - José Richard - Morar na Ilha do Governador é um privilégio e todos devemos defender nosso chão para continuar sendo o excelente lugar que é para morar, desenvolver negócios e viver em paz. O sonho de todos insulanos é morar na Ilha e trabalhar por aqui mesmo, sem precisar enfrentar os desagradáveis engarrafamentos na Estrada do Galeão e os perigos da Linha Vermelha.

Opinião - A solenidade pública que será realizada nesta sexta-feira (29), a partir das 16h, no calçadão em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, vai homenagear os policiais militares que se destacaram no trimestre. A eles serão entregues Moções de Reconhecimento da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro e presentes oferecidos por empresas da Ilha, como gesto de reconhecimento e gratidão.

Opinião - José Richard - O problema de diversas ocupações que acontecem na cidade e na Ilha do Governador é que, duas empresas importantes como a Cedae e a Light, abastecem com água e energia os invasores. Com luz e água as irregularidades aumentam e os locais se tornam verdadeiras vilas, onde prosperam atividades ilegais e a cada dia se tornam mais difíceis de serem legalizadas, mesmo em terrenos particulares e sob pressão da justiça.

Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.


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