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Opinião - José Richard

02/03/2018 - opiniao /Edição 1874
Um dos maiores problemas da intervenção militar na área de segurança pública no Rio de Janeiro é a absoluta falta de policiais. Um exemplo é o batalhão da Polícia Militar na Ilha do Governador cujo efetivo, há cerca de 47 anos era de cerca de 1.100 homens e hoje conta apenas com aproximadamente 200. Essa redução drástica de efetivo também aconteceu na polícia civil e em todas as cidades do estado do Rio de Janeiro.

Enquanto isso, nessas quatro décadas, a quantidade de criminosos se multiplicou por todos os lados e surgiram as milícias para dividir espaços com os criminosos nas favelas, travando verdadeiras guerras para conquistar territórios e transformar os moradores em verdadeiros reféns.

Torço que o plano e as estratégias dos comandantes militares que assumiram a difícil responsabilidade de devolver a paz aos moradores desta cidade maravilhosa e a nossa Ilha do Governador, tenham sucesso. Todavia, existem na cidade dezenas de favelas gigantes onde milhares de bandidos agem nas sombras e armados até os dentes.

A intervenção só vai até o final do ano, tempo em que os bandidos ficarão acuados em seus esconderijos ou refugiados em outros estados aguardando o momento oportuno para retornar. Para a intervenção militar dar certo, uma das medidas é dar prioridade para a contratação e treinamento em massa de novos policiais para incorporarem nas tropas da PM e do contingente de policiais civis. 

A presença da polícia nas ruas é a garantia da segurança da população e o resgate da paz.




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Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

Opinião - Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.

Opinião - José Richard - As nefastas consequências do movimento dos caminhoneiros que nesta semana atingiu praticamente todas as cidades brasileiras demonstram a nossa extrema dependência das áreas de transporte, energia elétrica e fornecimento de água, por exemplo. Elas são quase tão essenciais como o ar que respiramos.

Opinião -

Opinião - José Richard - Nessa semana o Ilha Notícias registra em suas páginas dois importantes movimentos sociais, cujas ações foram dirigidas para ajudar o próximo. O grupo Soul Pixta, formado por insulanos que se divertem de modo tranquilo quase sempre ao som de músicas de cultura alternativa, realizou um evento na véspera do Dia das Mães, destinado a proporcionar ações de embelezamento facial para mães que normalmente não possuem condições de frequentar o salão de beleza. O gesto foi espontâneo e contou com a participação de diversos jovens do coletivo que deram um belo exemplo de carinho a diversas mães.

Opinião -


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