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Opinião - José Richard

23/02/2018 - opiniao /Edição 1873
A comunidade da Ilha do Governador sofreu bastante com o forte temporal que atingiu a região na quinta, dia 15. As autoridades atualizaram para 255 a quantidade de árvores que foram derrubadas pela forção da ventania e o trabalho de normalização das vias e calçadas só deve chegar ao fim nos próximos dias.
 
Pegos de surpresa, após a meia-noite da quarta-feira de cinzas, muitos insulanos só se deram conta dos estragos ao amanhecer da quinta feira (15). O horário da tempestade, que durou pouco mais de uma hora, evitou danos ainda maiores se o fenômeno tivesse acontecido durante um horário de movimento de carros e pessoas. Além das árvores e postes algumas casas e veículos foram atingidos causando sérios prejuízos a algumas famílias.
 
O processo de desobstrução de vias e calçadas, retirada de árvores e substituição de postes exigiu das autoridades a mobilização de equipes preparadas para lidar com dezenas de árvores gigantes que precisaram ser retalhadas de modo a possibilitar a remoção. A experiência serve de alerta para que as autoridades, principalmente durante esse período de chuvas, tenham em mãos planos e equipamentos sempre de prontidão. Felizmente na Ilha, região que foi a mais atingida, não houve nenhuma morte em consequência do vendaval enquanto na cidade cinco pessoas morreram.
 
A Ligh, empresa privada que cobra caro pela energia que fornece, parece que só pensa nos lucros. Pisou feio na bola e pela demora em suas operações para religar a luz e o péssimo atendimento, causou grandes prejuízos aos moradores e comerciantes. A falta de energia, em alguns lugares se prolongou por quase uma semana, estragando alimentos e produtos que precisam de refrigeração. Tudo foi jogado fora.




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