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Opinião - José Richard

19/02/2018 - opiniao /Edição 1872
Essa terrível tempestade que desabou na cidade e principalmente na Ilha do Governador, na madrugada da quinta-feira (15), deixou nossa terra arrasada. Quase 200 árvores gigantes, algumas centenárias, foram arrancadas do solo como se fossem de papel.

A força do vento com velocidade de quase 100 km/h não encontrou barreiras e chegou a colocar abaixo, no estádio da Associação Atlética Portuguesa, duas torres de iluminação feitas de concreto e ferro, com cerca de 20 metros de altura. Em consequência, o Flamengo vai ter que adiar alguns jogos na Ilha do Urubu, por conta dessa verdadeira devastação provocado pela natureza.

Se a tempestade cai 48h antes, provavelmente levaria estragos as escolas de samba que desfilaram na segunda-feira (15) na Sapucaí e poderia gerar grandes transtornos aos milhares de componentes e ao público que foi assistir os desfiles. Deus não permitiu, e temos que manifestar nossa gratidão ao Senhor, pois nenhum insulano perdeu a vida devido ao temporal.

A falta de energia elétrica gerou problemas principalmente para empresas, sobretudo aos restaurantes e aquelas que produzem ou armazenam produtos perecíveis que precisam de refrigeração. A ruptura de fiações e cabos provocaram também o fim das conexões de internet e as plataformas sociais ficaram inacessíveis. Em uma demonstração de solidariedade, e exemplo de cidadania, o Ilha Plaza Shopping, que também opera com geradores, liberou para os insulanos espaços para a carga de celulares e o uso do Wi-Fi. Foi a salvação de muitos para acalmar familiares.

A rotina na Ilha ainda vai demorar alguns dias para voltar à normalidade, mas a lição desse vendaval é nos lembrar do respeito às forças da natureza e o quanto devemos nos preocupar em preservar o meio ambiente. 




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Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

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Opinião - José Richard - As nefastas consequências do movimento dos caminhoneiros que nesta semana atingiu praticamente todas as cidades brasileiras demonstram a nossa extrema dependência das áreas de transporte, energia elétrica e fornecimento de água, por exemplo. Elas são quase tão essenciais como o ar que respiramos.

Opinião -

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