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Opinião - José Richard

09/02/2018 - opiniao /Edição 1871
Há algum tempo quando a Ilha era uma região mais tranquila, havia uma cabine da Polícia Militar localizada no canteiro central entre o Casa Show e a passarela. Nela trabalhava o cabo Afonso, PM que por muitos anos foi uma das pessoas mais conhecidas e respeitadas da Ilha em razão da admiração que conquistou, por sua educação e integridade. Simbolizava a presença da lei e era respeitado por todos.

Devido às obras do Projeto Rio Cidade, em 20zxz, aquela parte do canteiro central foi urbanizada com árvores e outras plantas; a cabine desapareceu e a polícia desde então deixou de estar presente no local mais visível da Ilha. O soldado Afonso, diabético, veio a morrer vítima do agravamento de uma ferida no pé.

O tempo passou, a PM teve reduzida drasticamente ou  número de policiais; a população dobrou e os bandidos se multiplicaram, na Ilha e em todo estado. A região ficou menos tranquila e agora bandidos da Maré fazem dos moradores da Ilha suas vítimas preferenciais pela facilidade de fuga. 

Medidas urgentes são necessárias para retomar o clima de segurança, e uma delas é o retorno de uma cabine da PM para aquela que é região mais estratégica e de visibilidade da Ilha – mesmo local onde o soldado Afonso Ferreira foi símbolo da lei e da ordem. A iniciativa dessa óbvia necessidade é da vereadora Tânia Bastos que na semana passada levou o pleito ao governador Pezão que entendeu a necessidade e manifestou interesse na instalação do equipamento na mesma região.

O comando da Polícia Militar já iniciou os estudos técnicos para instalar uma cabine adequada ao local com suporte logístico, policias e equipamentos que garantam a presença do polícia na Ilha, de modo a inibir a ação dos criminosos e resgatar a sensação de segurança na região.



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