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Opinião

02/02/2018 - opiniao /Edição 1870
A Ilha vive uma semana de luto em virtude da morte do policial militar Eduardo de Barros Almeida ocorrida na terça (30), durante operação da PM na comunidade do Parque Royal. Ten. Barros pagou um preço muito caro por trabalhar na polícia combatendo bandidos e protegendo a população insulana. A dor da família se estendeu à corporação e deixou a população das Ilha do Governador abalada.
 
A covardia de criminosos que se entrincheiram nas vielas e corredores das comunidades usando fuzis sofisticados tornam o confronto desproporcional e só a coragem e responsabilidade profissional de policiais corajosos, como Barros, tem sido capaz de conter um avanço maior da criminalidade e o descontrole da ordem pública.
 
Com armamentos sofisticados e conscientes de práticas criminosas, os bandidos, como o que atirou no tenente, é uma ameaça letal a cada cidadão. Suas mentes são de monstros que despejam ódio em forma de rajadas mortais, sempre prontos a matar e morrer sem que tenham uma bandeira que possam se orgulhar. São do mal.
 
O choque da perda de um bom policial é sempre inexplicável e quando isso acontece, tão próximo de nós, dói ainda mais e nos faz refletir sobre a importância e valor de cada um desses policiais militares que estão nas ruas e nas frentes de batalhas, nos protegendo de perigos que muitas vezes nem sabemos que estávamos correndo. 
 
A ação preventiva das operações policiais, como essa no Parque Royal é um exemplo da polícia agindo para evitar riscos maiores para a sociedade. O Tenente Barros, morreu em combate e sua coragem é exemplo para todos nós que precisamos renovar nosso orgulho e gratidão para com esses jovens policiais que sacrificam as suas vidas para nos proteger.
Nossa solidariedade aos familiares.




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