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Opinião

26/01/2018 - opiniao /Edição 1869
Esta semana a imprensa divulgou a estatística de 2017 referente as multas de trânsito aplicadas em vans, da cidade do Rio de Janeiro, no ano passado, e a Ilha do Governador foi a região campeã com 787 infrações das 3.580 aplicadas na cidade. Superamos bairros como Madureira 387, Barra da Tijuca 182 e Bangu com 98 multas. Essa diferença vergonhosa revela, aquilo que a população constata e sofre diariamente nas ruas diante da bagunça generalizada provocada pela maioria das vans que circulam nas ruas da Ilha. 

O sistema complementar de transporte realizado pelas vans é importante e deveria funcionar de modo harmonioso com as linhas de ônibus, mas não é o que ocorre. Diversos pontos de ônibus se transformaram em espaços ocupados por grupos de vans cujos motoristas oferecem diversos destinos e funcionam como lotações estacionadas nos pontos a espera de passageiros, e impedindo a parada dos ônibus, cujos passageiros arriscam a vida no meio da rua para descer e embarcar.

Além disso, as vans, principalmente as ilegais costumam avançar sinais, desviam as rotas, evitam conduzir idosos, dificultam o uso do cartão, conduzem passageiros em pé, andam em velocidade excessiva e circulam em péssimo estado, entre outras diversas irregularidades que desrespeitam as leis de trânsito e colocam em risco os próprios passageiros, os outros veículos e até os pedestres que andam pelas calçadas. Não é exagero dizer que a população está refém das irresponsabilidades praticadas por alguns motoristas de vans, que prejudicam a atividade e a imagem de todos que trabalham nesse setor de transporte público.

Portanto, ser a região campeã de multas aplicadas em vans não surpreende, mas nos envergonha. 




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Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.

Opinião - É uma pena que a Ilha do Governador e Fundão não seja um município. Tem todas as condições para isso, sobretudo um conjunto de fatores que geram receitas importantes para garantir o funcionamento e gestão do que seria uma cidade próspera, e com melhor qualidade de vida.

Opinião - José Richard - A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão. Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores, foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.

Opinião - José Richard - Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.

Opinião - Quem acha que é impossível a Light piorar os seus serviços na Ilha do Governador se enganou.


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