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Opinião - José Richard

12/01/2018 - opiniao /Edição 1867
A insegurança persiste na Ilha, embora as notícias de assaltos realizados por bandidos com o uso de motos aparentemente diminuiu, provavelmente pelas constantes ações da PM em parceria com os motociclistas da Guarda Municipal que retiraram de circulação dezenas de motos irregulares
Entretanto, houve um aumento vertiginoso de assaltos a motoristas seguido do roubo dos veículos que estariam sendo levados para a Maré. Em todos os bairros da Ilha os moradores informam o crescimento desse antigo tipo de crime que coloca a vida das vítimas em absoluto perigo. A polícia recomenda que as vítimas evitem qualquer tipo de reação porque os bandidos não têm nada a perder. Essas ações criminosas são quase impossíveis de serem evitadas diante do fator surpresa e também estão acontecendo em ruas de muito movimento como a Estrada do Galeão.

O novo comandante do 17º BPM, que está há pouco mais de um mês no cargo, introduziu mudanças importantes e positivas no policiamento da Ilha, como a presença de viaturas policiais em diversos pontos estratégicos da região, principalmente à noite. A medida dá visibilidade a presença da PM e melhora a sensação de segurança.

Entretanto é preciso que os insulanos estejam atentos e vigilantes nas ruas, como também e ao entrar e sair de casa. Os criminosos da Maré, que são os que mais agem na Ilha, mudam o tipo de crime constantemente e continuam trazendo medo à população que ainda se sente refém da ação da bandidagem.

Diversas ideias estão sendo discutidas pelas autoridades da Ilha para resgatar a segurança da população, que sofreu no ano passado sérias consequências em virtude do aumento da criminalidade. Voltou-se a pensar na construção de um pórtico na entrada da Ilha e de uma cabine de porte, na Portuguesa, perto do chafariz perto do McDonald’s, entre outras medidas.

O que não podemos é descansar na luta contra o crime.





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Opinião - José Richard - No Cacuia, em frente ao Mundial; no Cocotá, em frente ao Bradesco; na esquina da Rua Colina com a Estrada do Galeão e, em frente ao Ilha Plaza Shopping, são territórios absolutamente dominados pelas vans. Quem manda são elas. A PM e a GM passam e não as vêem.

Opinião - Cacuia, talvez o mais tradicional bairro da Ilha do Governador, tem muitas histórias, é berço da União da Ilha e de grande parte de tradicionais empresas da Ilha. Também tem a maior feira livre da região que acontece nas manhãs de domingo e recebe milhares de consumidores de todos os bairros da Ilha.

Opinião - A falta de credibilidade nas principais instituições públicas brasileiras, como o judiciário, legislativo e executivo me levam a crer que vamos ver um novo rosto do Brasil diante das mudanças que já aconteceram com o resultado das eleições no primeiro turno, e que vai mudar mais a partir de segunda-feira. O novo cenário político dificilmente vai ser tão ruim quanto ao atual.

Opinião - José Richard - Tenho repetido algumas vezes que a região da Ilha do Governador é de extrema importância para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Seja pelo aeroporto internacional e toda planta de serviços aeroviários, seja pelas grandes empresas instaladas na região, como estaleiros e grandes empresas de derivados de petróleo.

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.


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