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Opinião - José Richard

29/12/2017 - opiniao /Edição 1865
A Ilha do Governador vai começar 2018 com a perspectiva de piora no sistema de transporte público. É que algumas empresas de ônibus da cidade estão paralisando algumas linhas deficitárias, segundo elas, depois das duas reduções na tarifa determinadas pela justiça e prefeitura. Caso chegue à Ilha esse desdobramento será séria a crise de mobilidade urbana e deve provocar uma avalanche de vans e kombis nas ruas para ocupar o espaço dos ônibus que eventualmente deixem de circular.

Já há sinais disso com a redução de veículos em algumas linhas como 914, 924, 934. Depois, as empresas de ônibus não poderão reclamar da concorrência, principalmente se as vans que vierem a ocupar trajetos de linhas de ônibus melhorarem seus serviços que atualmente são péssimos, mas ainda assim transportam muita gente. 

Alias, as kombis e vans só entraram oficialmente no transporte de passageiros em razão da falta de ônibus circulando à noite e madrugada, por absoluto desinteresse dos proprietários das empresas de ônibus que literalmente abandonaram seus passageiros nas ruas. As kombis começaram a funcionar precariamente e hoje tomaram conta até dos pontos do ônibus. 

Lamento profundamente que essas mudanças possam acontecer porque existem muitas vans ilegais, que não transportam idosos, não aceitam o Riocard e desrespeitam todas as leis e sinais de trânsito. São ilegais, porque não existem legalmente e tem placas falsas cobertas por adesivos, além de outras irregularidades como circular em alta velocidade e muitas vezes de portas abertas. 

Se a tarifa dos ônibus diminuiu deve ter havido aumento no número de passageiros atraídos pelo preço baixo que compensaria e equilibraria o caixa. Imagino também, que o fim das propinas milionárias pagas a políticos corruptos estancou um ralo, proporcionado um significativo poder financeiro para investimentos no aumento e modernização das frotas.

O que vai acontecer está nas mãos dos empresários. Mais kombis e vans nas ruas ou os ônibus melhoram seus serviços, mantendo tarifas justas. 




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Opinião -

Opinião - José Richard - As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê.

Opinião - José Richard - Morar na Ilha do Governador é um privilégio e todos devemos defender nosso chão para continuar sendo o excelente lugar que é para morar, desenvolver negócios e viver em paz. O sonho de todos insulanos é morar na Ilha e trabalhar por aqui mesmo, sem precisar enfrentar os desagradáveis engarrafamentos na Estrada do Galeão e os perigos da Linha Vermelha.

Opinião - A solenidade pública que será realizada nesta sexta-feira (29), a partir das 16h, no calçadão em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, vai homenagear os policiais militares que se destacaram no trimestre. A eles serão entregues Moções de Reconhecimento da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro e presentes oferecidos por empresas da Ilha, como gesto de reconhecimento e gratidão.

Opinião - José Richard - O problema de diversas ocupações que acontecem na cidade e na Ilha do Governador é que, duas empresas importantes como a Cedae e a Light, abastecem com água e energia os invasores. Com luz e água as irregularidades aumentam e os locais se tornam verdadeiras vilas, onde prosperam atividades ilegais e a cada dia se tornam mais difíceis de serem legalizadas, mesmo em terrenos particulares e sob pressão da justiça.

Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.


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