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Opinião

15/12/2017 - opiniao /Edição 1863
O Natal já é na próxima semana, depois de um ano sofrido que considero de transição entre um quadro de absoluta falta de perspectivas econômicas e muito desemprego, para um novo ano que promete algum crescimento e todas as boas consequências decorrentes do desenvolvimento positivo.
 
Também considero 2017 um ano transição porque diminuíram as más notícias e a economia dá sinais de estabilização, além de um modesto crescimento, fato que tem que ser comemorado com otimismo pela população pois significa que podemos ter mais vagas de empregos.
 
Aliás, a geração de novos empregos é a consequência natural do crescimento, sobretudo diante das novas regras trabalhistas que flexibilizam acordos entre interesse de trabalhadores e patrões, criando uma nova relação de confiança que deverá ser positiva para ambos os lados.
 
O único risco para o próximo ano, vem da instabilidade política brasileira diante de tantas notícias de corrupção e gente importante presa à espera de julgamento. Já no início, em janeiro, uma decisão da justiça poderá confirmar a condenação de Lula e mudar o cenário político das eleições de modo imprevisível. 
 
Mas temos que ter confiança de que o Brasil vai superar tudo e crescer. A democracia está forte e o pensamento republicano deverá prevalecer como rumo para as mudanças nas atitudes dos protagonistas dos três poderes da república. Os trabalhadores, estudantes e donas de casa tem hoje um olhar crítico mais apurado sobre as funções das instituições do Estado e acompanham pela imprensa cada movimento dos personagens que conduzem a nação. 
 
O ano eleitoral vai favorecer importantes mudanças e o Brasil do futuro está novamente mãos dos eleitores, naquela que deverá ser uma das eleições mais importantes da nossa história. 




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