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Opinião

08/12/2017 - opiniao /Edição 1862
Enquanto a população da Ilha continua sofrendo com o péssimo serviço público de mobilidade urbana, a licitação para o serviço de transporte marítimo continua parada e a concessionária, que há mais de um ano quer se desfazer do compromisso e só mantém as barcas funcionado por obrigação e para evitar multas. O serviço é considerado, pelos usuários, como de péssima qualidade, além de horários escassos e utilização de embarcações velhas e perigosas.
 
A CCR Barcas alega acumular prejuízos e quer passar a responsabilidade para outra concessionária, entretanto o governo estadual não aceita a devolução nem a suspensão dos serviços, pois tem dificuldades de elaborar um edital que motive outra empresa a assumir os problemas e entulhos. 
 
Provavelmente inexistem condições saudáveis para alguém assumir um contrato de 20 anos com cláusulas ainda mais abrangentes e com compromissos de melhorias nos serviços e manutenção da mesma política de preços, que segundo a concessionária atual já não é a ideal, embora seja considerada muito cara pelos passageiros.
 
Diante das controvérsias, a conclusão mais aceitável é de que o sistema atual de transporte aquaviário de passageiros está superado e precisa mudar, para dar certo. Talvez o fatiamento em concessões por trajetos utilizando embarcações menores, com capacidade de 50 até 200 passageiros motivasse investimentos de pequenas e médias empresas. Pontos de terminais marítimos como: Cocotá, Paquetá, Duque de Caxias, Aeroporto Santos Dumont, Aeroporto do Galeão, São Gonçalo, Niterói e outros, podem gerar interesses de investidores, desde que as concessões sejam divididas pelos trechos, cujas características de embarcações são diferentes.  
Outras opções existem, mas parece que não existe vontade para que se encontre uma solução.




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