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Opinião

17/11/2017 - opiniao /Edição 1859
O preço e a falta de tempo de tolerância nos dois principais estacionamentos localizados na Estrada do Galeão, em frente ao Extra e ao Mc’Donalds, continuam a indignar os motoristas insulanos. É incrível a falta de bom senso dos concessionários que exploram o espaço da prefeitura e de modo injusto prejudicam a vida de muitos insulanos.

O tempo zero de tolerância não permite, por exemplo, que um motorista particular ou táxi, apenas conduza uma pessoa doente ou com necessidades especiais para mais perto do consultório do médico, usando poucos segundos do espaço, sem que haja a cobrança da tarifa mínima, que é absurdamente cara e, no caso, desumana.

As duas áreas nobres onde funcionam esses estacionamento são locais públicos, cuja construção foi realizada durante as obras do Projeto Rio Cidade há alguns anos atrás, com dinheiro público e continuam sendo áreas publicas, tanto é que qualquer pessoa pode caminhar por elas livremente, a qualquer hora, sem ser incomodada.
O estacionamento de veículos é que é cobrado, e de modo nada amigável. Qualquer motorista que, entrar por engano ou se arrepender, é obrigado a pagar mesmo que não tenha ficado no estacionamento por menos de um minuto.

Essa falta de flexibilidade e ganância dos donos da concessão, refletem em prejuízos no comércio das redondezas e geram dificuldades no deslocamento das pessoas aos bancos, consultórios médicos e outras atividades, cuja presença do indivíduo é essencial.

Outro absurdo é o valor cobrado em dias de jogos do Flamengo quando o preço aumenta para astronômicos R$ 50 fixos deixando o torcedor rubro-negro inconformado com o tamanho da paulada.
É injusto!




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Opinião - José Richard - As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê.

Opinião - José Richard - Morar na Ilha do Governador é um privilégio e todos devemos defender nosso chão para continuar sendo o excelente lugar que é para morar, desenvolver negócios e viver em paz. O sonho de todos insulanos é morar na Ilha e trabalhar por aqui mesmo, sem precisar enfrentar os desagradáveis engarrafamentos na Estrada do Galeão e os perigos da Linha Vermelha.

Opinião - A solenidade pública que será realizada nesta sexta-feira (29), a partir das 16h, no calçadão em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, vai homenagear os policiais militares que se destacaram no trimestre. A eles serão entregues Moções de Reconhecimento da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro e presentes oferecidos por empresas da Ilha, como gesto de reconhecimento e gratidão.

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Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

Opinião - Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.


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