Assinatura Virtual

Cadastra-se e receba toda semana em seu e-mail o Ilha Notícias On-line.

Newsletter

Nome:

 

Email:

 


 

Nome:

 

Email:

 


Siga-nos

facebook
twitter
instagram
google+
youtube
blogger

Opinião

10/11/2017 - opiniao /Edição 1858
Estou preocupado com a proximidade do verão e a fragilidade financeira do estado para evitar possíveis catástrofes geradas pelas tempestades próprias da estação. A anemia dos cofres públicos também deve estar atingindo os órgãos de defesa civil e bombeiros. Desconfio e tenho medo de admitir que a provável realidade dos quarteis, seja a mesma dos outros órgãos que vivem com salários atrasados, desmotivados e sem a necessária manutenção e renovação de equipamentos.

Se também são precários os recursos direcionados para as ações de defesa civil da população fluminense, também é necessário levar em conta a omissão de muitos governos do mundo inteiro, cujos países despejam na atmosfera quantidades fantásticas de elementos poluidores tornando clima do planeta mais instável e perigoso.

Ao mesmo tempo em que o ser humano ultrapassa os limites poluindo o planeta, muitos países se preparam para o pior dos mundos, construindo abrigos, criando sistemas de alerta e modernizando equipamentos para ações de salvamento das suas populações. O Brasil, e sobretudo o Rio de Janeiro, por causa da crise financeira, está cada dia mais vulnerável pela absoluta falta de investimentos nesse importante setor de proteção contra calamidades e tragédias ambientais.

Espero que esse verão seja tão calmo quanto o último e que nossas autoridades tenham consciência do perigo que todos nós corremos e seja evitado, com medidas urgentes, o sofrimento que os deslizamentos, ventos e enchentes provocam quando uma cidade desprotegida fica refém da natureza.





Edição 1863
Leia


Edições anteriores





Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras