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Opinião

10/11/2017 - opiniao /Edição 1858
Estou preocupado com a proximidade do verão e a fragilidade financeira do estado para evitar possíveis catástrofes geradas pelas tempestades próprias da estação. A anemia dos cofres públicos também deve estar atingindo os órgãos de defesa civil e bombeiros. Desconfio e tenho medo de admitir que a provável realidade dos quarteis, seja a mesma dos outros órgãos que vivem com salários atrasados, desmotivados e sem a necessária manutenção e renovação de equipamentos.

Se também são precários os recursos direcionados para as ações de defesa civil da população fluminense, também é necessário levar em conta a omissão de muitos governos do mundo inteiro, cujos países despejam na atmosfera quantidades fantásticas de elementos poluidores tornando clima do planeta mais instável e perigoso.

Ao mesmo tempo em que o ser humano ultrapassa os limites poluindo o planeta, muitos países se preparam para o pior dos mundos, construindo abrigos, criando sistemas de alerta e modernizando equipamentos para ações de salvamento das suas populações. O Brasil, e sobretudo o Rio de Janeiro, por causa da crise financeira, está cada dia mais vulnerável pela absoluta falta de investimentos nesse importante setor de proteção contra calamidades e tragédias ambientais.

Espero que esse verão seja tão calmo quanto o último e que nossas autoridades tenham consciência do perigo que todos nós corremos e seja evitado, com medidas urgentes, o sofrimento que os deslizamentos, ventos e enchentes provocam quando uma cidade desprotegida fica refém da natureza.




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Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

Opinião - Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.

Opinião - José Richard - As nefastas consequências do movimento dos caminhoneiros que nesta semana atingiu praticamente todas as cidades brasileiras demonstram a nossa extrema dependência das áreas de transporte, energia elétrica e fornecimento de água, por exemplo. Elas são quase tão essenciais como o ar que respiramos.

Opinião -

Opinião - José Richard - Nessa semana o Ilha Notícias registra em suas páginas dois importantes movimentos sociais, cujas ações foram dirigidas para ajudar o próximo. O grupo Soul Pixta, formado por insulanos que se divertem de modo tranquilo quase sempre ao som de músicas de cultura alternativa, realizou um evento na véspera do Dia das Mães, destinado a proporcionar ações de embelezamento facial para mães que normalmente não possuem condições de frequentar o salão de beleza. O gesto foi espontâneo e contou com a participação de diversos jovens do coletivo que deram um belo exemplo de carinho a diversas mães.

Opinião -


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