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Opinião

03/11/2017 - opiniao /Edição 1857
Considerando as declarações do Ministro da Justiça, Torquato Jardim, o crime organizado tomou conta do nosso estado e, segundo ele o envolvimento de políticos e policiais com as facções criminosas é a razão da grave crise de violência cuja vítima é a população.

Se isso de fato é uma realidade, trata-se de uma crise gravíssima, e apenas discursos e acusações não vão resolver o problema nem diminuir a violência que, lamentavelmente, atingiu o Estado.

Entretanto, acredito em dois motivos importantes para termos atingido esse grau de violência. Primeiro, porque as facções ganharam milhares de novos bandidos, cuja origem são as populações mais pobres e sem oportunidades de educação e trabalho, além é claro, dos muitos vagabundos que já nascem criminosos.

Em segundo lugar, o crescimento das forças de segurança foram inversamente proporcional ao aumento populacional. Na Ilha, por exemplo, em 1970, o número de policiais militares era de cerca de 1.100 para proteger uma população insulana de, mais ou menos, 110 mil habitantes. Ou seja, um policial para cada grupo de 100 habitantes.

Hoje, moram na Ilha, aproximadamente 280 mil pessoas e o nosso batalhão da polícia militar, ao longo dessas quatro décadas, teve o seu contingente reduzido para cerca de 280 agentes. A proporção é assustadora e demonstra que atualmente cada policial tem nas suas costas a responsabilidade por 1 mil pessoas.

Ou seja, a PM encolheu seu contingente e assim ganhou um aumento de mais 900 pessoas para cada agente proteger. Nada explica melhor, em números, o problema da insegurança embora todos tenham explicações, até o ministro. A minha é esta. Penso que as coisas só vão melhorar com medidas severas contra a criminalidade e o aumento do efetivo policial. Enquanto isso, morrem moradores e policiais.




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Opinião - José Richard - As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê.

Opinião - José Richard - Morar na Ilha do Governador é um privilégio e todos devemos defender nosso chão para continuar sendo o excelente lugar que é para morar, desenvolver negócios e viver em paz. O sonho de todos insulanos é morar na Ilha e trabalhar por aqui mesmo, sem precisar enfrentar os desagradáveis engarrafamentos na Estrada do Galeão e os perigos da Linha Vermelha.

Opinião - A solenidade pública que será realizada nesta sexta-feira (29), a partir das 16h, no calçadão em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, vai homenagear os policiais militares que se destacaram no trimestre. A eles serão entregues Moções de Reconhecimento da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro e presentes oferecidos por empresas da Ilha, como gesto de reconhecimento e gratidão.

Opinião - José Richard - O problema de diversas ocupações que acontecem na cidade e na Ilha do Governador é que, duas empresas importantes como a Cedae e a Light, abastecem com água e energia os invasores. Com luz e água as irregularidades aumentam e os locais se tornam verdadeiras vilas, onde prosperam atividades ilegais e a cada dia se tornam mais difíceis de serem legalizadas, mesmo em terrenos particulares e sob pressão da justiça.

Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

Opinião - Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.


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