Assinatura Virtual

Cadastra-se e receba toda semana em seu e-mail o Ilha Notícias On-line.

Newsletter

Nome:

 

Email:

 


 

Nome:

 

Email:

 


Siga-nos

facebook
twitter
instagram
google+
youtube
blogger

Opinião

27/10/2017 - opiniao /Edição 1865
Estou convencido que devemos lutar para que a Ilha seja uma região diferenciada e o argumento, por exemplo, de que problemas como a falta de segurança, carros em cima de calçadas e a desordem no sistema de transporte alternativo realizado por vans, são problemas que também existem em outros lugares, mas isso não justifica que continuem a existir por aqui.
 
O estacionamento irregular de veículos em cima das calçadas, por exemplo, é uma agressão ao cidadão que tem o direito de ir e vir e, se vê muitas vezes, obrigado a correr riscos ao caminhar no meio da rua, porque alguns motoristas atravessam seus veículos impedindo a passagem, causando constrangimento e irritação principalmente idosos, cadeirantes e mães conduzindo carrinhos de bebê.
As explicações de que são poucas ou inexistem as vagas para estacionar, não justifica ocupar áreas não permitidas e causar transtornos ao restante da população. Cabe a cada um de nós agirmos corretamente e respeitar o direito do próximo. Assim como cobramos dos outros e dos governos ações legais e corretas, temos por obrigação o dever de dar exemplos de cidadania.
 
Se pretendemos transformar a Ilha do Governador em uma região modelo na cidade, onde nossas famílias possam ter melhor qualidade de vida, temos que ter atitudes que demonstrem merecimento a esse direito.
 
É importante que além dos motoristas, as agências de automóveis, principalmente aquelas estabelecidas ao longo da Estrada Galeão, onde se concentra o maior número, compreendam a importância de cumprir a lei e não coloquem seus veículos irregularmente em cima das calçadas, seja em frente as suas lojas ou pior, como algumas exageram, ocupando outras calçadas, prejudicando outros comerciantes, além dos pedestres.
 
Transformar a Ilha em uma região diferenciada, vai precisar de esforço e consciência de todos. E cada um de nós deve fazer a sua parte para que sejamos respeitados e a nossa Ilha do Governador admirada, não apenas pelas belezas naturais, mas também pela educação do seu povo.




Veja Também

Opinião - José Richard - As dificuldades enfrentadas pelos veículos para circular nas principais ruas da Ilha durante o horário comercial são resultado do aumento da quantidade de carros que se deslocam principalmente por um eixo de cinco principais troncos de circulação: Estrada do Galeão, Estrada do Cacuia, Avenida Paranapuan, Estrada Rio Jequiá e Estrada do Dendê.

Opinião - José Richard - Morar na Ilha do Governador é um privilégio e todos devemos defender nosso chão para continuar sendo o excelente lugar que é para morar, desenvolver negócios e viver em paz. O sonho de todos insulanos é morar na Ilha e trabalhar por aqui mesmo, sem precisar enfrentar os desagradáveis engarrafamentos na Estrada do Galeão e os perigos da Linha Vermelha.

Opinião - A solenidade pública que será realizada nesta sexta-feira (29), a partir das 16h, no calçadão em frente ao Banco do Brasil, na Portuguesa, vai homenagear os policiais militares que se destacaram no trimestre. A eles serão entregues Moções de Reconhecimento da Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro e presentes oferecidos por empresas da Ilha, como gesto de reconhecimento e gratidão.

Opinião - José Richard - O problema de diversas ocupações que acontecem na cidade e na Ilha do Governador é que, duas empresas importantes como a Cedae e a Light, abastecem com água e energia os invasores. Com luz e água as irregularidades aumentam e os locais se tornam verdadeiras vilas, onde prosperam atividades ilegais e a cada dia se tornam mais difíceis de serem legalizadas, mesmo em terrenos particulares e sob pressão da justiça.

Opinião - José Richard - Li, acho que em um pais da Europa, que durante uma greve de ônibus, os táxis e lotações resolveram ajudar a população e diminuíram o preço das passagens para permitir que os passageiros continuassem com as suas atividades normais. Entenderam que com o aumento do número de passageiros durante o movimento grevista podiam diminuir o preço que ainda assim teriam lucros extraordinários. Foram solidários ao seu povo, que precisava trabalhar, ir ao médico ou estudar, entre outras atividades da rotina de quem vive.

Opinião - Vai ser muito complicado conter as invasões que continuam acontecendo no bairro do Galeão e arredores. Pessoas continuam a ocupar terras e se instalam em áreas militares sem que haja nenhuma infraestrutura para uma vida digna.


Edição 1893
Leia


Edições anteriores





Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras