Assinatura Virtual

Cadastra-se e receba toda semana em seu e-mail o Ilha Notícias On-line.

Newsletter

Nome:

 

Email:

 


 

Nome:

 

Email:

 


Siga-nos

facebook
twitter
instagram
google+
youtube
blogger

Opinião

06/10/2017 - opiniao /Edição 1853
Quem não tem talento para criar belas obras de arte, exibe o melhor de si através de figuras grotestas e desrespeitosas para chocar o público, como o conjunto de podridão cultural com cenas de zoofilia, pedofilia e blasfêmia expostas há poucos dias no Queermuseu, do Santander, em Porto Alegre. 
 
Agora os produtores culturais tentam trazer a mesma exposição para o Rio de Janeiro num ato de desafio ao pudor das famílias cariocas, que são as mais avançadas nas novidades da moda e comportamento no país, mas sabem reconhecer os limites da liberdade de expressão e a ofensa. Essa exposição feriu o povo brasileiro e significa um retrocesso aos tempos de Sodoma e Gomorra. Nunca arte!
 
Na semana passada, em São Paulo, organizadores da performance “La bête” permitiram que o público, em que parte era infantojuvenil, assistisse aos movimentos de um homem nu durante a abertura do 35º Panorama de Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna. Alguns críticos acham normal que uma menina, embora acompanhada da sua mãe, tocasse o homem nu que se fazia de obra de arte. 
 
Já na cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul a polícia apreendeu, na semana passada, no Museu de Arte Contemporânea, uma pintura cujo título “Pedofilia” retrata uma criança diante de um homem nu. Grosseria! 
 
A inacreditável repentina coincidência de pretensas atividades culturais com agressões simultâneas à moralidade, e as absurdas exibições de telas pornográficas, devem ter como objetivo destruir os princípios que restam à humanidade contaminando, sem limites, as mentes jovens. É inadmissível que essas ações continuem sem uma forte reação da sociedade contra esses absurdos que argumentam sob o escudo da cultura.




Veja Também

Opinião - José Richard - Tenho repetido algumas vezes que a região da Ilha do Governador é de extrema importância para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Seja pelo aeroporto internacional e toda planta de serviços aeroviários, seja pelas grandes empresas instaladas na região, como estaleiros e grandes empresas de derivados de petróleo.

Opinião - José Richard - É triste a imagem das três grandes embarcações juntas e abandonadas no cais do Estaleiro Eisa, como retrata reportagem na página 7 desta edição. O prejuízo causado pelos cancelamentos das encomendas causou graves prejuízos à empresa e à Ilha do Governador, onde viviam, na época, a maioria dos 3,5 mil funcionários demitidos do estaleiro.

Opinião - José Richard - Tenho observado, na redação do Ilha Notícias, o crescimento das reclamações de leitores contra o aumento da sujeira nas praias e do lixo abandonado nas calçadas. São muitas as mensagens enviadas por pessoas indignadas, que chegam através das redes sociais, como Instagram, site, WhatsApp e Facebook. O curioso, é que esse significativo aumento de denúncias contra a imundície, mira nos sujismundos, aquelas pessoas que não estão nem um pouco preocupadas em jogar nas ruas, latas de refrigerante, restos de lanches, papéis e outras porcarias.

Opinião - É uma pena que a Ilha do Governador e Fundão não seja um município. Tem todas as condições para isso, sobretudo um conjunto de fatores que geram receitas importantes para garantir o funcionamento e gestão do que seria uma cidade próspera, e com melhor qualidade de vida.

Opinião - José Richard - A Transportes Paranapuan que já foi uma das melhores empresas de ônibus da cidade, sofre a pior crise financeira da sua história gerando graves consequências para a população da Ilha do Governador e Fundão. Com os problemas da Paranapuan centenas de trabalhadores, principalmente motoristas e cobradores, foram demitidos, provocando mais desemprego na nossa região, já afetada pelas 3,5 mil demissões no estaleiro Eisa, há cerca de dois anos e sem prazo para retomar suas atividades.

Opinião - José Richard - Esta semana assisti, como muitos outros moradores da Ilha do Governador, um balão de grandes proporções flutuando em nível descendente pelos céus da região, na direção ao aeroporto do Galeão. Ao mesmo tempo, um grupo de homens se deslocava por terra em carros, motos e bicicletas acompanhando a geringonça. E mais dois barcos seguiam pela costa em direção ao Fundão, acredito para tentar recuperar o balão caso os ventos o fizessem pousar na Baía de Guanabara, e seria um alívio para todos nós que se desmanchasse nas águas.


Edição 1907
Leia


Edições anteriores





Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras