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Opinião

01/09/2017 - opiniao /Edição 1848
A Ilha do Governador comemora em setembro, especialmente no dia 5, seus 450 anos. O marco dessa contagem começou em 1567 quando Mem de Sá doou ao sobrinho, o governador Moraes de Sá, as terras da Ilha. Daí em diante, diz a história, por cerca de quatro séculos o progresso na região antes ocupada por índios, foi lento e passou por etapas interessantes quando, por exemplo, se destacava como um próspero canavial e pela visita ocasional de D. Pedro I, que vinha banhar-se na biquinha da Praia da Bica depois das caçadas pela região. 

Até a metade do século passado, isolada do continente, a vida na Ilha, era bucólica com bondes circulando entre o Cocotá e a Ribeira e o transporte de passageiros para o Centro da cidade era por barcas, funcionavam melhor que hoje. O progresso acelerado só começou, de fato, com a inauguração da ponte velha, em 1950, E nesses últimos 67 anos o povoamento ocupou quase todos os espaços. A população explodiu para quase 300 mil habitantes, e não fosse a existência das pistas do aeroporto e todo complexo aeroviário, além das unidades militares da marinha e aeronáutica, seria inimaginável a quantidade de gente que poderia estar morando na nossa Ilha do Governador.

Depois da construção de mais duas pontes que proporcionaram acessos terrestres mais rápidos, multiplicou-se a população cujo perfil é de pessoas em busca da tranquilidade que não existe nas outras regiões da cidade. A qualidade de vida oferecida por uma orla repleta de opções para o lazer e a pesca causa admiração nos moradores de regiões sem os encantos da Ilha.

Apesar da poluição da Baía de Guanabara que prejudica nossas praias e, do nó urbano que nos faz sofrer para entrar e sair da Ilha diariamente, a região tem bairros com excelente índice de qualidade de vida e oportunidades para desenvolver novos e importantes setores de negócios como a indústria naval de pequeno e médio porte.




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Opinião - José Richard - Essa terrível tempestade que desabou na cidade e principalmente na Ilha do Governador, na madrugada da quinta-feira (15), deixou nossa terra arrasada. Quase 200 árvores gigantes, algumas centenárias, foram arrancadas do solo como se fossem de papel.

Opinião - José Richard - Essa terrível tempestade que desabou na cidade e principalmente na Ilha do Governador, na madrugada da quinta-feira (15), deixou nossa terra arrasada. Quase 200 árvores gigantes, algumas centenárias, foram arrancadas do solo como se fossem de papel.

Opinião - José Richard - Há algum tempo quando a Ilha era uma região mais tranquila, havia uma cabine da Polícia Militar localizada no canteiro central entre o Casa Show e a passarela. Nela trabalhava o cabo Afonso, PM que por muitos anos foi uma das pessoas mais conhecidas e respeitadas da Ilha em razão da admiração que conquistou, por sua educação e integridade. Simbolizava a presença da lei e era respeitado por todos.

Opinião -

Opinião - Esta semana a imprensa divulgou a estatística de 2017 referente as multas de trânsito aplicadas em vans, da cidade do Rio de Janeiro, no ano passado, e a Ilha do Governador foi a região campeã com 787 infrações das 3.580 aplicadas na cidade. Superamos bairros como Madureira 387, Barra da Tijuca 182 e Bangu com 98 multas. Essa diferença vergonhosa revela, aquilo que a população constata e sofre diariamente nas ruas diante da bagunça generalizada provocada pela maioria das vans que circulam nas ruas da Ilha.

Opinião - Diversas páginas desta edição do Ilha Notícias tratam de carnaval e do clima de absoluta alegria que o reinado de Momo proporciona nas ruas com a participação de milhares de foliões, cujo principal objetivo é se divertir e extravasar a alegria. Por outro lado, a multidão que também acompanha os ensaios de rua da União da Ilha, nas noites das quartas feiras, prenuncia um grandioso desfile na Marques de Sapucaí no dia 12 de fevereiro.


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