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Opinião

16/06/2017 - opiniao /Edição 1837
A partir desta semana a Ilha do Governador entra definitivamente para o noticiário do mundo do futebol. A inauguração do Estádio Luso-Brasileiro, na quarta (14), com a realização do primeiro jogo do Flamengo na Ilha do Urubu, nome como ficou conhecido o estádio pela torcida rubro-negra, altera a geografia dos jogos do Campeonato Brasileiro.

O estádio, o gramado e toda estrutura ficaram a altura da realização de grandes jogos e a expectativa é de que o estádio projete a região e revele para as autoridades públicas a necessidade de muitos investimentos, sobretudo na questão da mobilidade urbana, que sacrifica diariamente a população que trabalha fora da região.

Problemas, como o vergonhoso serviço de vans e kombis que atrapalham o trânsito, causando congestionamentos em locais como o Mundial, Shopping, República Árabe da Síria e Bradesco no Cocotá, precisam ser resolvidos para colocar as questões dos sistemas de transportes resolvidas e dar mais mobilidade à população insulana que já ultrapassa 250 mil habitantes e tem problemas do tamanho de uma verdadeira cidade.

É inadmissível que o serviço de transporte marítimo continue sem embarcações e horários para atender as demandas da população de modo eficiente. Escravo das decisões políticas equivocadas, a população é obrigada a suportar ônibus caros e superlotados que não tem linhas para diversas regiões da cidade. Pior é que inexistem estudos, planos ou projetos para mudar esse cenário. 

O BRT que em um primeiro momento teria uma estação na Estrada do Galeão, em frente à entrada da Base Aérea, não passou de miragem e os passageiros são obrigados a ir até o Fundão, gastando tempo em deslocamentos que poderiam ser evitados com a estação na Ilha.   

Os sistemas de barcas, ônibus, vans e BRT precisam funcionar em condições excelentes para garantir bons serviços à população. Essa é uma pauta que precisa estar permanentemente em debate pela população e por suas instituições de representatividade, ou nunca as coisas vão mudar. Acredito que com a visibilidade dos jogos do Flamengo a região poderá aproveitar os holofotes para exigir soluções em diversas áreas públicas. Torço por isso.




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Vista aérea da Vila Olímpica da Ilha na fase final das obras

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