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Opinião

03/03/2017 - opiniao /Edição 1822
Em qualquer lugar do mundo e, em qualquer tempo, sempre haverá desenvolvimento e paz se houver união entre as pessoas. Isso seja entre povos distantes de países diferentes ou simplesmente entre vizinhos da mesma rua. É assim que funciona nas relações humanas e é a fórmula que faz as pessoas ficarem mais fortes e prósperas
 
No lugar de buscar defeitos e diferenças, devemos provocar situações que nos aproximem das outras pessoas mesmo que tenhamos que ultrapassar algumas vaidades. O resultado será a multiplicação de energia para solucionar problemas e a descoberta de virtudes, entre cidadãos do bem, para mudar situações pontuais e principalmente aquelas que atrapalham a convivência normal das famílias de uma região.
 
A Ilha do Governador é um exemplo onde algumas situações comuns que geram problemas, desconforto e prejuízos à maioria, permanecem por anos sem serem resolvidos. A dificuldade atual de reunir pessoas sérias para discutir e lutar, até por pequenos objetivos comuns, se tornou inexplicável após a era da internet quando muitos preferem conversar usando os mais fantásticos aplicativos. A resenha como dizem agora, ficou esquecida.  
 
Mas a falta de objetividade e a busca apenas de soluções de cunho pessoal é uma das características humanas que também afastam pessoas respeitadas dos debates. Elas, provavelmente, se cansaram de serem usadas por aquelas que só participam para atingir objetivos pessoais e causas próprias. Discutir e analisar, por exemplo, com equilíbrio quais as melhores soluções para limpar as águas da Baía de Guanabara ou o lixo espalhado nas calçadas é difícil, mas são temas que precisam de soluções e debates de qualidade. 
 
Mais união entre os cidadãos e bons propósitos é um caminho.




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