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Futebol da Lusa impedido de jogar na Ilha

15/03/2019 - noticias /Edição 1928
Além de disputar jogos difíceis no Campeonato Carioca de Futebol, a Associação Atlética Portuguesa trava outra batalha, só que desta vez fora das quatro linhas do campo. A diretoria do clube tenta desde novembro de 2018, a liberação do Estádio Luso-Brasileiro para os jogos do time profissional da Lusa como mandante, mas esbarra na falta do alvará do Corpo de Bombeiros. 

A Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) exige que os estádios tenham quatro laudos técnicos. A Lusa já obteve o da Vigilância Sanitária e do Crea - Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura. A Polícia Militar, já se manifestou favorável, mas precisa da liberação do laudo de proteção contra incêndio expedido pelo Corpo de Bombeiros para homologar a aprovação. 

Segundo a diretoria da Portuguesa, a burocracia e as dificuldades impostas pelo Corpo de Bombeiros da Ilha têm prejudicado a obtenção do laudo. Para o vice de futebol da Lusa, Marcelo Barros, os maus resultados no Campeonato Carioca, em parte, se devem a Portuguesa estar impedida de realizar jogos em casa. Os adversários temem os fortes ventos durante as partidas e por conta disso não gostam jogar na Ilha, onde o time da Ilha está acostumado e conta com o apoio da sua torcida.

— Estamos sendo corretos, tentando essa liberação há bastante tempo. Eles fazem a visita, dão itens que precisam ser cumpridos, nós cumprimos, e quando achamos que vai ser liberado, eles impõe mais outras exigências. Por que não enviaram tudo de uma vez? Parece que o Corpo de Bombeiros da Ilha joga contra o time da região e isso nos deixa muito chateados — desabafa Marcelo. 

As últimas exigências enviadas pelos Bombeiros foi o estopim para irritação dos dirigentes lusitanos. A corporação pediu a planta da capela Nossa Senhora de Fátima, que fica no espaço cedido há mais de cinco décadas para a Arquidiocese do Rio. Hoje não há acesso à igreja pelo clube. E de acordo com o presidente João Rêgo, essas exigências nunca foram feitas.

— É triste ver a boa estrutura que a Portuguesa hoje oferece para o seu torcedor e o time não poder atuar aqui. Talvez estejamos entre as melhores estádios do Rio de Janeiro no quesito qualidade do gramado, acessibilidade e conforto. O Flamengo jogava aqui há pouco mais de um ano e nunca foi exigido o que está sendo pedido agora. Por que agora não pode mais? — reclama o presidente. 

A assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros informou que no fim de 2018 notou mudanças estruturais no estádio e por isso orientou a Portuguesa que fizesse um novo projeto de segurança contra incêndio e pânico. 

De acordo com o clube, esse projeto foi apresentado e a tramitação se arrasta desde  janeiro. Quanto ao motivo de ter pedido a planta da capela Nossa Senhora de Fátima, os bombeiros não se manifestaram. O Padre Gilvan André, responsável pela igreja, afirma ter o auto de vistoria concedido pelo Município do Rio e o Corpo de Bombeiros. 




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