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Oficial do 17º BPM é assassinado

30/11/2018 - noticias /Edição 1913
Um major do 17ºBPM foi executado em Nova Iguaçu, na terça (27) com mais de 24 tiros. Segundo a polícia, homens encapuzados cercaram o carro de Alan de Freitas Luna, 40, quando se dirigia para o trabalho. O policial, que morreu no local, era chefe da inteligência do batalhão da Ilha e veio para região a convite do atual comandante, Ten. Cel. Menezes quando assumiu o comando. Ele tinha 17 anos de Polícia Militar.

Segundo a polícia, Luna vinha sendo ameaçado por organizar as operações contra o tráfico de drogas do morro do Dendê. Ele também teria sido um dos coordenadores da operação que tentou capturar traficantes após fugirem do cerco da Polícia Civil, na Portuguesa, na sexta (9).

Para a polícia a ordem de executar o Major Luna veio do chefe do tráfico na Ilha. A Secretaria de Segurança está oferecendo 30 mil reais por informações que levem a Fernandinho Guarabu, traficante que é um dos mais procurados do Rio de Janeiro e está há 14 anos á frente do tráfico nas favelas da região.
Logo após a morte de Luna, o comando geral da PM mandou intensificar o combate contra o tráfico de drogas na Ilha, e diversas ações foram executadas durante o dia. Uma blitz na entrada e saída da Ilha fez com que motoristas levassem mais de duas horas para sair da região e o engarrafamento chegou ao Supermercado Mundial do Cacuia. O trânsito parou a Ilha.

Na noite de terça (27), com apoio de dois blindados, policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), subiram às comunidades do Dendê e Guarabu, junto com policiais do 17ºBPM, e trocaram tiros com os traficantes. O tiroteio durou cerca de meia hora e assustou os moradores. Na operação um traficante, conhecido como Marcola, foi morto e com ele apreendida grande quantidade de drogas e um Fuzil. 

A operação terminou na madrugada de quarta (28), e durante todo o dia policias de diversos batalhões deram apoio ao 17ºBPM realizando rondas pela comunidade do Dendê.

— A morte de um oficial não passará impune. Estamos a todo momento recebendo apoio de outras unidades e novas ações serão realizadas no morro do Dendê, para reprimir o tráfico de drogas no local — disse Menezes, comandante do batalhão da Ilha.

O clima de medo entre moradores é grande. “Temos evitado voltar pra casa muito tarde e estamos tensos. Há um clima de insegurança na comunidade toda. Em algumas ruas os traficantes quebraram as lâmpadas dos postes de iluminação, deixando as ruas às escuras — lamentou um morador que não quis se identificar. 





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