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Ilha quer a volta da loja da Light

01/11/2018 - noticias /Edição 1909
Além das constantes críticas quanto a qualidade dos serviços da Light, os insulanos continuam contrariados com a empresa que fechou há cerca de dois anos a loja de atendimento à população que funcionava no shopping, e pedem para que seja reaberta. Embora a empresa alegue que o atendimento virtual já represente 70% do total, muitos serviços não podem ser realizados virtualmente, o que obriga o consumidor ser obrigado a ir à loja da Light mais próxima, que fica na Penha, cerca de 15km de distância da Ilha. 

A Light possui quase 80 mil clientes na Ilha do Governador, entre residências e atividades comerciais. Para resolver assuntos que na plataforma online não são possíveis, a empresa desloca esporadicamente uma agência móvel para a Ilha, cuja eficiência é criticada pelos moradores. O insulano Ricardo Marques está a dois meses tentando o desligamento definitivo de luz de uma das suas salas comerciais, mas esbarra na burocracia criada pela empresa e na falta de tempo. 

— Esse é um procedimento que já tentei pela internet e por duas vezes na agëncia móvel e não consegui. Sempre há um motivo novo para que o meu pedido não seja acatado. Enquanto luto para tentar desligar, as faturas não param de chegar. São valores baixos, é verdade, mas afinal de contas não estou utilizando o local e isso vai minando nossa paciência – diz Ricardo, bastante contrariado.

De acordo com a Light, a sua loja no shopping foi fechada em janeiro de 2016, seguindo uma tendência no setor de serviços de incentivo ao uso dos canais virtuais. No entanto, afirma a empresa, por meio de pesquisas realizadas nos canais online, quando notado um grande número de acesso dos clientes da Ilha, uma agencia móvel é deslocada à região para tentar ajudar na solução de problemas, como aconteceu nos últimos quatro meses. 

Quanto à oscilação da energia e falta de luz constante em diversos bairros da Ilha, a Light, que não consegue resolver o problema, se defende jogando a culpa para o alto número de furtos de energia na região. De acordo com a empresa, o furto chega a 36,61% e garante que cerca de 70% das interrupções na Ilha acontecem em áreas onde o índice de furto de energia é maior. O insulano Rodrigo Abreu, morador do Jardim Guanabara, pede a Light tenha competência para conter os roubos.

— Eu que pago em dia as contas, não posso ser prejudicado e ter um atendimento ruim, por conta de gatos. Eu sei que o problema parte de outros cidadãos, mas a Light precisa agir com mais competência e rigor para identificar os roubos e evitar que os outros consumidores, como eu, que não tem nada com isso, sejam mal atendidos. 

Falta à Light sensibilidade para reinstalar a loja que fechou na Ilha  prejudicando a população, e também de investimentos em equipamentos modernos para identificar o roubo de energia, acabando com a oscilação e falta de luz.




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