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Contenção desmorona na Praia da Rosa

11/10/2018 - noticias /Edição 1906
A calçada da Praia da Rosa, a partir do Estaleiro Eisa no trecho que vai até a Rua Manoel Pereira da Costa, está praticamente destruída e com muita sujeira. Parte do muro de contenção caiu, devido a ação das marés, e levou junto diversos pedaços da calçada, tornando impossível transitar por conta de buracos e o estacionamento irregular de carros.
 
Assim como em outras praias da região a ação das marés aos poucos faz com que a contenção das praias precise de reparos. Os sinais de deterioração são os buracos que se abrem nas calçadas. Mas este não é o único problema. O insulano Ricardo Afonso, 53, precisou de auxílio de cadeira de rodas por um período, após uma cirurgia no fêmur, e encontrou dificuldades para se deslocar por causa dos carros estacionados irregularmente.
 
— Quando eu estava de cadeira de rodas era obrigado a passar pela rua, dividindo espaço com os carros e ônibus, que passam em grande velocidade por aqui, sem contar com a dificuldade de passar pela parte que desabou e caiu no mar. Recentemente um amigo foi estacionar na calçada à noite, não viu a cratera e caiu na água junto com o carro.
 
Outra denúncia dos moradores é o lixo que é descartado indevidamente em diversos lugares da rua. Apesar da coleta regular da Comlurb, muito entulho e outros objetos velhos ficam amontoados pelos cantos. Algumas pessoas chegam a jogar suas tralhas diretamente no mar. Com a maré baixa é possível ver na praia pneus, televisores, sapatos e outros materiais. 
 
Para piorar uma tubulação de águas pluviais com ligações clandestinas de esgoto, lança dejetos direto no mar deixando um forte mau cheiro no local. A insulana Silvia de Sá, 37, disse que já cansou de flagrar pessoas, moradoras de outros bairros, despejando lixo na praia.“
 
— É vergonhoso que pessoas ajudem a poluir a baía. Tem dias que o cheiro fica insuportável, pois junta o lixo mais o esgoto.”
 
A Secretaria de Conservação, através de sua assessoria de imprensa, informou que vai vistoriar o trecho e programar reparos. Quanto ao despejo de esgotos a Cedae ainda não tinha se manifestado até o fechamento desta matéria.




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