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Giano valoriza a cultura da Ilha

01/12/2017 - gente-da-ilha /Edição 1861
Nascido no Centro da cidade, o professor e psicólogo, Giano Azevedo, trabalha e mora na Ilha com a sua família. Sua participação em movimentos culturais é ativa e foi um dos fundadores da Feira Literária da Ilha do Governador (Flig). Poeta, contribui para a valorização da identidade cultural da região e recentemente lançou um livro com um olhar contemporâneo sobre a Ilha, que reuniu textos de diversos autores da região.

Filho de Jovano e Maria Azevedo, fontes de inspiração para sua vida, Giano, chegou à Ilha com apenas três anos de idade para morar no Tauá. Sua infância foi tranquila e de muitas brincadeiras. Ele guarda boas recordações dos tempos de moleque ainda na Escola Municipal Capitão de Fragata Didier Barbosa Vianna, onde cursou o ensino fundamental. Foi no Colégio Brigadeiro Newton Braga, que surgiu a vontade de praticar esportes. 

— Eu tenho um orgulho enorme de dizer que estudei no Newton, porque foi neste colégio que comecei a criar minhas primeiras relações fortes de amizades e de projeção para a vida. Agradeço ao professor Nahum que me ofereceu estágio ainda no ensino médio e me colocou no time de basquete do Newton Braga. Anos mais tarde me tornaria professor de Educação Física pela Faculdade Rural, caminho que segui por 32 anos — conta Giano, que é presidente da Associação de Ex-Alunos do Newton Braga (Aex-Cbnb) e promove encontros mensais para resgatar a importância do colégio na vida dos insulanos. 

Formado em Educação Física, Giano trabalhou como professor no Lemos Cunha, na ACM e por 15 anos no MV1, sempre perto da paixão pelo basquete e foi federado como jogador profissional no único time de basquete do Iate Clube Jardim Guanabara. 

A paixão por esportes e, principalmente, sua boa atuação como técnico e professor abriu portas para uma outra profissão que, segundo ele, melhora o desempenho dos atletas em competições esportivas. Trata-se da psicologia e a busca do equilibro emocional. Há 15 anos Giano se formou como psicólogo na Estácio de Sá e começou a trabalhar nesta importante área.

— Como professor da ACM, atuei como técnico em diversos Jogos Acemistas Brasileiros e percebi que o lado emocional sempre falava mais alto na hora das decisões. Hoje eu faço trabalhos voluntários, especificamente para prevenção do bullying e depressão dos alunos, objetivando a participação coletiva e valorizar a autoestima dos alunos principalmente na relação com os colegas — disse Giano.

Quanto à Ilha do Governador, Giano diz que é preciso resgatar na região a identidade cultural, que durante algum tempo foi esquecida. Para isso, ele age como um ativista junto à Flig e busca compartilhar conhecimentos da região. “Participo do movimento “Ilha 450 anos” e sou mais a minha Ilha. O insulano tem que encher o peito e dizer que tem orgulho de morar aqui, um dos locais mais aconchegantes e calmos do Rio de Janeiro”. 

Casado com Adriana Medeiros há 11 anos, Giano tem três filhos: Giovanni (16), Selena (7) e Fernando (21), suas principais razões para lutar e viver. Quanto ao futuro da Ilha, Giano pensa em um local unido em todos os sentidos seja educacional, comercial e cultural, para se tornar uma região modelo. 

Respeitado e eficiente em todas as atividades que participa, Giano Azevedo é admirado por todos na comunidade. Sua vontade de ajudar ao próximo com trabalhos voluntários e principalmente a valorização da cultura da Ilha são fatores preponderantes e o fazem ocupar uma posição de destaque na região. Giano é gente da Ilha. 







Veja Também

Salim, a vocação para o social - Marcelo da Silva, mais conhecido como “Salim”, é um insulano nato apaixonado pela Ilha do Governador, que tem como filosofia de vida a crença no Grande Arquiteto do Universo. Atualmente é um dos coordenadores da Feira de Artesanato da Ilha do Governador que acontece aos finais de semana na Praia da Bica e na Ribeira.

Dublê de Antônio Fagundes é da Ilha - Quem gosta de ouvir uma boa história, sem dúvidas, se tornaria amigo do insulano Jorge Salles. Morador da Tauá, Jorge tem uma interessante trajetória de vida que o tornam um personagem diferente no cotidiano insulano. Já aposentado, Jorge Salles (66) é dublê do ator Antônio Fagundes e já foi militar, bancário, taxista e até árbitro de futebol. Reúne competência, profissionalismo e, é claro, boas histórias para contar.

Célia é a tradição em cestas na Ilha - A insulana Célia Félix se destaca na região há mais de vinte anos preparando bonitas cestas de café da manhã. Atenciosa e perfeccionista, ela é conhecida como Célia Cestas e monta com muito carinho cestas para todas as ocasiões com doces, salgados, biscoitos, sanduíches, frios variados e pães diversos, que encantam os insulanos.

Sua bandeira é a luta pela ecologia - Sérgio Ricardo, 50, é um insulano engajado nas causas ecológicas e sociais da região e coordenador de diversos projetos em defesa da Baía de Guanabara, além de promover as feiras agroecológicas da Praia da Bica e da Igreja Batista no Moneró.

Ana Paula dá alma às bijuterias - Ana Paula, 49, nasceu na cidade de Miraí, zona da mata de Minas Gerais, e se considera uma mineira de alma insulana. Aos 18 anos veio para a Ilha do Governador e daqui não saiu mais, e nem pensa em sair. Ana é conhecida na região por participar de diversas ferinhas vendendo bijuterias artesanais. Em abril deste ano abriu uma loja física no Ilha Plaza Shopping.

Orgulho de ser insulano da gema - Paulo Henrique, 46, é morador da comunidade do Guarabu, e ganha a vida, há mais de quinze anos, vendendo deliciosas pipocas, na Rua Sargento João Lopes, em um ponto quase esquina com a Estrada da Cacuia, na calçada ao lado da loja Kazinha. O segredo do sucesso da sua pipoca ele não guarda. ”Tudo que é feito com amor é bom. E na minha pipoca esse ingrediente nunca falta”.


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