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Opinião

13/10/2017 - gente-da-ilha /Edição 1854
A existência do aeroporto do Galeão no território da Ilha do Governador dá à região o status de ser o cartão de visitas da cidade do Rio de Janeiro e referência para passageiros de todos os países do mundo. Afinal, o estrangeiro que chega de avião à Ilha chega ao Brasil.

Para a economia da região o aeroporto tem uma importância relevante pela quantidade de empregos que oferece aos moradores da Ilha. Outro fato que deve ser considerado é o movimento que milhares de funcionários do aeroporto e das companhias aéreas geram no comércio, shopping e restaurantes locais. Sem contar, naturalmente os serviços de transporte que apesar de ter trajetos do aeroporto para diversos pontos da cidade, é na Ilha que está concentração desses serviços, seja por ônibus ou vans que transportam a maioria dos trabalhadores do aeroporto.

Todavia, a comunidade insulana que tem orgulho de estar ao lado desse complexo aeroportuário sente falta da integração. O isolamento que vive o Tom Jobim, dificulta os trabalhadores que moram na Ilha e que são submetidos a grandes deslocamentos para chegar nas suas empresas em virtude de poucas linhas de ônibus e, principalmente, pela distância do ponto que permanece no terminal 1, praticamente desativado. 

Autorizar um ponto de ônibus no terminal 2 é uma decisão urgente que o bom senso exige, independente do poder ou interesses que se acham ameaçados. O respeito aos mais humildes e aos trabalhadores é a métrica da grandeza dos gestores do aeroporto.




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Feijoada do Gaúcho faz a diferença - Há mais de trinta anos trabalhando no ramo de gastronomia, Ermano José, o Gaúcho, (62), garante um boa comida para os clientes do Restaurante do Gaúcho, localizado nos Bancários. Aos sábados ele prepara uma feijoada que atrai gente de outras regiões da cidade. Natural do Rio Grande do Sul, Ermano aprendeu no sul o tato para cortes de carnes macios e especiais, que garantem aquele sabor de dar água na boca.

Bendas comanda a educação na Ilha - Quando o assunto é educação na Ilha, a professora Tania Bendas, 53, ocupa uma posição de destaque. Experiente, construiu ao longo de 32 anos uma sólida carreira como professora na rede municipal de ensino, e exercendo a função de diretora da Escola Municipal Padre José de Anchieta, no Jardim Guanabara. A experiência bem sucedida, a credenciou para ocupar o cargo de Coordenadora da 11° Coordenadoria Regional de Educação (CRE) da Ilha do Governador, no atual governo da cidade.

Leandro é um exemplo de cidadão -

Marquinhus do Banjo é União da Ilha - Marcus Paulo é o nome registrado em cartório, mas por onde passa é conhecido como Marquinhus do Banjo. O insulano, de 46 anos, nasceu e foi criado no bairro da Freguesia e herdou dos pais o amor pela União da Ilha. Deus o abençoou com o dom de cantar e tocar diversos instrumentos de corda. Desde 2001 atua, como componente do carro de som da escola.

Salim, a vocação para o social - Marcelo da Silva, mais conhecido como “Salim”, é um insulano nato apaixonado pela Ilha do Governador, que tem como filosofia de vida a crença no Grande Arquiteto do Universo. Atualmente é um dos coordenadores da Feira de Artesanato da Ilha do Governador que acontece aos finais de semana na Praia da Bica e na Ribeira.

Dublê de Antônio Fagundes é da Ilha - Quem gosta de ouvir uma boa história, sem dúvidas, se tornaria amigo do insulano Jorge Salles. Morador da Tauá, Jorge tem uma interessante trajetória de vida que o tornam um personagem diferente no cotidiano insulano. Já aposentado, Jorge Salles (66) é dublê do ator Antônio Fagundes e já foi militar, bancário, taxista e até árbitro de futebol. Reúne competência, profissionalismo e, é claro, boas histórias para contar.


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