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Opinião

13/10/2017 - gente-da-ilha /Edição 1854
A existência do aeroporto do Galeão no território da Ilha do Governador dá à região o status de ser o cartão de visitas da cidade do Rio de Janeiro e referência para passageiros de todos os países do mundo. Afinal, o estrangeiro que chega de avião à Ilha chega ao Brasil.

Para a economia da região o aeroporto tem uma importância relevante pela quantidade de empregos que oferece aos moradores da Ilha. Outro fato que deve ser considerado é o movimento que milhares de funcionários do aeroporto e das companhias aéreas geram no comércio, shopping e restaurantes locais. Sem contar, naturalmente os serviços de transporte que apesar de ter trajetos do aeroporto para diversos pontos da cidade, é na Ilha que está concentração desses serviços, seja por ônibus ou vans que transportam a maioria dos trabalhadores do aeroporto.

Todavia, a comunidade insulana que tem orgulho de estar ao lado desse complexo aeroportuário sente falta da integração. O isolamento que vive o Tom Jobim, dificulta os trabalhadores que moram na Ilha e que são submetidos a grandes deslocamentos para chegar nas suas empresas em virtude de poucas linhas de ônibus e, principalmente, pela distância do ponto que permanece no terminal 1, praticamente desativado. 

Autorizar um ponto de ônibus no terminal 2 é uma decisão urgente que o bom senso exige, independente do poder ou interesses que se acham ameaçados. O respeito aos mais humildes e aos trabalhadores é a métrica da grandeza dos gestores do aeroporto.




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Salim, a vocação para o social - Marcelo da Silva, mais conhecido como “Salim”, é um insulano nato apaixonado pela Ilha do Governador, que tem como filosofia de vida a crença no Grande Arquiteto do Universo. Atualmente é um dos coordenadores da Feira de Artesanato da Ilha do Governador que acontece aos finais de semana na Praia da Bica e na Ribeira.

Dublê de Antônio Fagundes é da Ilha - Quem gosta de ouvir uma boa história, sem dúvidas, se tornaria amigo do insulano Jorge Salles. Morador da Tauá, Jorge tem uma interessante trajetória de vida que o tornam um personagem diferente no cotidiano insulano. Já aposentado, Jorge Salles (66) é dublê do ator Antônio Fagundes e já foi militar, bancário, taxista e até árbitro de futebol. Reúne competência, profissionalismo e, é claro, boas histórias para contar.

Célia é a tradição em cestas na Ilha - A insulana Célia Félix se destaca na região há mais de vinte anos preparando bonitas cestas de café da manhã. Atenciosa e perfeccionista, ela é conhecida como Célia Cestas e monta com muito carinho cestas para todas as ocasiões com doces, salgados, biscoitos, sanduíches, frios variados e pães diversos, que encantam os insulanos.

Sua bandeira é a luta pela ecologia - Sérgio Ricardo, 50, é um insulano engajado nas causas ecológicas e sociais da região e coordenador de diversos projetos em defesa da Baía de Guanabara, além de promover as feiras agroecológicas da Praia da Bica e da Igreja Batista no Moneró.

Ana Paula dá alma às bijuterias - Ana Paula, 49, nasceu na cidade de Miraí, zona da mata de Minas Gerais, e se considera uma mineira de alma insulana. Aos 18 anos veio para a Ilha do Governador e daqui não saiu mais, e nem pensa em sair. Ana é conhecida na região por participar de diversas ferinhas vendendo bijuterias artesanais. Em abril deste ano abriu uma loja física no Ilha Plaza Shopping.

Orgulho de ser insulano da gema - Paulo Henrique, 46, é morador da comunidade do Guarabu, e ganha a vida, há mais de quinze anos, vendendo deliciosas pipocas, na Rua Sargento João Lopes, em um ponto quase esquina com a Estrada da Cacuia, na calçada ao lado da loja Kazinha. O segredo do sucesso da sua pipoca ele não guarda. ”Tudo que é feito com amor é bom. E na minha pipoca esse ingrediente nunca falta”.


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