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Quiosque do Shuebe é referência na Ilha

04/08/2017 - gente-da-ilha /Edição 1844
Shuebe é uma das personalidades mais conhecidas do entorno da Praça Jerusalém. Há 13 anos que as delícias do seu quiosque especializado em crepes, fazem sucesso na Ilha. Carismático e sempre simpático, Shuebe, cujo nome é Ricardo, tornou-se uma figura muito querida pelos clientes e moradores do bairro.
 
Nascido e criado na Ilha, Shuebe diz que viveu uma infância tranquila com seus pais e seus irmãos no bairro das Pitangueiras. Estudou no Colégio Lemos Cunha, o qual tem orgulho de ter sido aluno, e se declara um apaixonado pela região. 
 
— A Ilha para mim é o melhor lugar para morar. Tentei durante um tempo morar na Barra, mas não consegui me acostumar. Passava o dia todo aqui, e só ia lá para dormir. Hoje, mesmo tendo prosperado e com a opção de morar em outra região, faço questão de continuar por aqui. 
 
Formado em publicidade, Shuebe abandonou a profissão após se afastar da empresa que trabalhava e tornou-se ambulante, vendendo bebidas em frente ao antigo La Playa, hoje Provisório Club. Com o bom resultado das vendas conseguiu melhorar financeiramente e buscou alternativas para trocar a atividade de ambulante para um comércio fixo.
 
— Um dia, em 2001, após uma operação da prefeitura para tirar os ambulantes da Praça Jerusalém, minha foto saiu em um jornal e vi que eu não podia mais ficar naquela situação. Procurei a subprefeitura para me regularizar e depois de muita insistência, me deram o espaço atrás da igreja. De primeira achei ruim, porque era um local marginalizado na época. Mas aconteceu que com a presença do quiosque aqui, as coisas mudaram — disse Shuebe.
Quando o quiosque começou a funcionar servia apenas hambúrguer e lanches do estilo “podrão”. Só após as instalações terem sofrido um incêndio, em 2007, é que as coisas começaram a mudar.
 
— Lembro que quando cheguei aqui no dia do incêndio, estava sem esperança de recomeçar, vendo tudo destruído. Meu pai ao chegar, pegou no meu ombro e disse que eu poderia contar com ele na reconstrução e minha mãe sugeriu que dali em diante o quiosque fizesse crepes. Aliás, a alma do quiosque atual foi ideia da minha mãe. As receitas são de família, e muito sigilosas. Eu devo muito à ela, e até hoje, mesmo depois dela já ter morrido, sigo os seus conselhos.
 
Amigo dos moradores da região, Shuebe diz que é feliz com o carinho das pessoas e o reconhecimento que dão a ele, fato que atribui ao seu trabalho, facilidade de relacionamento, apoio a eventos culturais e sobretudo por ser zeloso com aquela parte da região, localizada junto ao Parque Marcelo de Ipanema.
 
O sonho de Shuebe é abrir franquias do Quiosque do Shuebe, e garante que sabe esperar o momento certo. “Tudo na hora certa acontece!” 
Parabens Shuebe! Nossa homenagem ao seu trabalho e ao sabor dos crepes.




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