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Professor Nahum é referência na Ilha

07/07/2017 - gente-da-ilha /Edição 1840
Quando se fala em educação e esporte na Ilha, com certeza o professor Nahum (61), faz parte da história de muitos insulanos. Disciplinador, o professor de educação física há 39 anos se dedica a preparar gerações de crianças e adolescentes para o futuro.  

Nascido em Nova Iguaçu, ele tem nos seus pais Manoel Fernandes e Esmeraldina Conceição a referência das virtudes necessárias de caráter e ética que carrega pela vida. Nahum relembra a infância bem pobre que teve, onde cuidava dos três irmãos mais novos, enquanto o pai e a mãe trabalhavam. Foi através do esporte, bem cedo, que Nahum encontrou a fortaleza para guiar seus rumos. 

— Meus pais trabalhavam arduamente para manter a casa, e com muito amor eu cuidava dos meus irmãos. Tive o privilégio de estudar no Colégio Leopoldo, local que eu trabalhava como inspetor-mirim em troca da matrícula. Lá aprendi a gostar de esportes. Pratico a maioria deles, volêi, basquete, futebol, futsal, tênis e, na medida do possível, transmito esse gosto e aprendizado.

Logo aos 16 anos com o ensino médio já concluído, o professor Nahum ingressou na carreira militar cursando a escola de especialistas. Ao mesmo tempo cumpria as obrigações militares e cursava as faculdades de educação física e matemática, além de participar como atleta da seleção de vôlei da FAB. 

Em 1978, já como professor foi designado para dar aulas no Colégio Brigadeiro Newton Braga e no Cassino da Aeronáutica, no Galeão, ano em que se mudou para a Ilha e nunca mais saiu. 

No Newton Braga foram mais de 20 anos lecionando. Na época, simultaneamente, coordenava as atividades de educação física no Iate Clube Jardim Guanabara e dava aulas na ACM e Associação Atlética Portuguesa. 

— Cheguei ao Newton na década de 80 e posso falar com toda propriedade que ajudei a torná-lo um dos melhores colégios do Brasil, sempre levantando a bandeira do esporte. Saí de cabeça erguida e continuei minha carreira de professor na Ilha. Aposentei-me no Newton e dei aulas em diversos colégios da região, como Cambaúba, London, JGS, Freitas, Ponto de Partida e MV1, onde estou até hoje. 

Cristão, Nahum tem na família seu alicerce. Afirma que com amor e disciplina educou os filhos Felipe e Camila, que seguirão a carreira de médico e engenharia, respectivamente. Sobre o futuro das pessoas, acredita que tudo começa na educação infantil, período da vida que determina o processo de formação perfeita ou imperfeita. 

— É preciso que cuidemos muito bem das nossas crianças e adolescentes. Eles são o Brasil do amanhã. A educação dada aqui de maneira equivocada pode ser maléfica lá na frente. Com uma educação de respeito e projetos de inclusão ligados ao esporte garantiremos o futuro deles com sustentabilidade e segurança.
 
Virtudes como trabalhador, líder e disciplinador, são suas principais marcas. Além disso, o professor é um cidadão cujo rosto e atitudes transmitem tranquilidade e confiança, como garantem aqueles que já tiveram o privilégio de tê-lo como professor. De opinião forte e respeitada, vive uma carreira profissional ascendente e é referência para outros profissionais. Além de ser uma figura simpática e afável, Nahum tem um sorriso amável e está sempre pronto a orientar e ajudar quem busca seus conselhos. 






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Dublê de Antônio Fagundes é da Ilha - Quem gosta de ouvir uma boa história, sem dúvidas, se tornaria amigo do insulano Jorge Salles. Morador da Tauá, Jorge tem uma interessante trajetória de vida que o tornam um personagem diferente no cotidiano insulano. Já aposentado, Jorge Salles (66) é dublê do ator Antônio Fagundes e já foi militar, bancário, taxista e até árbitro de futebol. Reúne competência, profissionalismo e, é claro, boas histórias para contar.

Célia é a tradição em cestas na Ilha - A insulana Célia Félix se destaca na região há mais de vinte anos preparando bonitas cestas de café da manhã. Atenciosa e perfeccionista, ela é conhecida como Célia Cestas e monta com muito carinho cestas para todas as ocasiões com doces, salgados, biscoitos, sanduíches, frios variados e pães diversos, que encantam os insulanos.

Sua bandeira é a luta pela ecologia - Sérgio Ricardo, 50, é um insulano engajado nas causas ecológicas e sociais da região e coordenador de diversos projetos em defesa da Baía de Guanabara, além de promover as feiras agroecológicas da Praia da Bica e da Igreja Batista no Moneró.

Ana Paula dá alma às bijuterias - Ana Paula, 49, nasceu na cidade de Miraí, zona da mata de Minas Gerais, e se considera uma mineira de alma insulana. Aos 18 anos veio para a Ilha do Governador e daqui não saiu mais, e nem pensa em sair. Ana é conhecida na região por participar de diversas ferinhas vendendo bijuterias artesanais. Em abril deste ano abriu uma loja física no Ilha Plaza Shopping.

Orgulho de ser insulano da gema - Paulo Henrique, 46, é morador da comunidade do Guarabu, e ganha a vida, há mais de quinze anos, vendendo deliciosas pipocas, na Rua Sargento João Lopes, em um ponto quase esquina com a Estrada da Cacuia, na calçada ao lado da loja Kazinha. O segredo do sucesso da sua pipoca ele não guarda. ”Tudo que é feito com amor é bom. E na minha pipoca esse ingrediente nunca falta”.

Antônio foi à guerra e venceu - Antônio é um empreendedor nato. Primeiro filho do casal Anibal Soares e Maria Augusta, ele herdou da família a Panificação Jardim Guanabara, a famosa Padaria do Anibal. Embora a relação com os pais fosse muito boa, a infância foi vivida em Portugal ao lado dos avós Abraão e Maria Augusta em uma aldeia.


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