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Boca no Trombone

25/01/2019 - boca-no-trombone /Edição 1921
Caindo aos pedaços
Na última sexta-feira (18), utilizei a linha 322 (Castelo x Ribeira) e além da sujeira, baratinhas e bancos danificados, eu achei que o ônibus iria desmontar. Alguém precisa tomar providências em relação a empresa Paranapuan. Andrea Libonati, via WhatsApp.

Vias perigosas
É um absurdo o que vemos nos Bancários. Crianças em motos, sem capacete e passando em alta velocidade pelos cruzamentos da Avenida Ilha das Enxadas. Alguns veículos também exercem essa prática perigosa. Precisamos de lombadas em toda via. Silvio Pereira, via WhatsApp.

Light é 0
Por conta de um curto circuito num poste próximo, ficamos sem luz na Rua Fernandes Fonseca, Ribeira, mais de 36h. Foram feitos 16 protocolos e quando o terceiro carro da Light chegou, disse que não havia nenhuma notificação. Se fosse denúncia de furto de energia, eles resolveriam rápido. O poste pegou fogo e, por sorte, não incendiou a casa vizinha. Thamires Hip, via Facebook.

Resposta da Light: Não obtivemos resposta da empresa até o fechamento da edição. 

Lixo nas calçadas
Fico revoltada com a falta de educação dos moradores da Estrada do Rio Jequiá. A Comlurb fez o favor de colocar caçambas enormes de lixo, para evitar problemas como este, mas a população continua fingindo que não existe. Quando vão multá-los? Nivea Ferreira, via Facebook.

Multa neles
É raro ver algum motorista que respeite o sinal da Estrada do Rio Jequiá, perto da esquina com a Rua Visconde Delamare. Já vi até alguns motoristas de coletivos avançando o sinal ali. É recorrente ver crianças se arriscando para atravessar naquele trecho. Heitor Luiz, via WhatsApp.

Atenção feirinha
Frequento todo final de semana a feirinha do Aterro do Cocotá, e vejo a má preservação do local por conta da ação dos comerciantes e dos frequentadores. Alguns moradores largam seus lixos espalhados, até onde as crianças brincam. Paula Cavalcante, via Facebook.

Espertinhos
Alguns motoristas de van bancam os espertinhos e desligam as máquinas de cartão depois de um certo horário. Aconteceu comigo enquanto voltava do trabalho, por volta das 23h. Já é um absurdo eles não passarem gratuidade, agora não passam nada? Tiago Mendonça, via WhatsApp.

Sinal desrespeitado
O cruzamento das ruas Magno Martins e Comendador Bastos, na Freguesia, são diariamente desrespeitados. Além do avanço de sinal, os motoristas passam em alta velocidade sem nem olhar para os lados. É preciso uma sinalização com câmeras radar para diminuir essas ações. Roberto Chagas, via WhatsApp.

Vândalos
É muito triste pegar o ônibus de manhã cedo para trabalhar e vê-lo todo depredado e sujo. Vejo quase sempre jovens pichando e destruindo os veículos. Fernando Lima, via WhatsApp.

Ponto da confusão
O ponto de ônibus da Rua República Árabe da Síria, que faz esquina com a Rua Colina, é muito confuso. Quando desço ali para pegar um ônibus, só falta um cobrador me puxar pelo braço e me jogar na van. Os ônibus mesmo não conseguem parar para os passageiros. Bernardo Fortes, via WhatsApp.

Absurdo das vans
O desrespeito dos motoristas de van é um absurdo. Nas vans para os Bancários, é normal ver passageiros sendo obrigados a saltarem antes do ponto desejado para o motorista seguir outro caminho. O pior é pagar o valor inteiro da passagem e ficar no meio do caminho. Junior Batista, via WhatsApp.
Sem educação
A Rua Lírio virou um depósito de lixo dos sem educação. Quase todos os dias tem um despejando lixo ali, e ás vezes nem são moradores da rua. A rua fica com aspecto de suja. Carlos Eduardo, via WhatsApp.

Moradores de rua
Fico indignado quando saio da Ilha e vejo moradores de rua no gramado, embaixo do viaduto para o Aeroporto. Uma família inteira já vive ali e está juntando mais coisas, daqui a pouco controem uma casa. Jorge Couto, via WhatsApp.

Descaso da Light
A Rua 50, no Galeão, ficou mais de 48h sem luz, um descaso promovido pela Light. Em dezembro tivemos problemas com o poste pegando fogo, mas agora a rede da rua está pronta para usar, mas sem funcionamento. Thelma Portilho, via WhatsApp.

Resposta da Light: Não obtivemos resposta da empresa até o fechamento desta edição. 

Abandono 
O estacionamento ao lado do Estaleiro Eisa é muito escuro e abandonado o que dá espaço para usuários de droga. Os moradores ficam inseguros de sair de casa. Vânia Guimarães, via Facebook.

Bagunça
Na Rua Estocolmo, no Jardim Carioca, motoristas estacionam caminhões em qualquer lugar da via. Esses veículos tiram a visão de outros motoristas e ocupam muito espaço. Itamar Silva, via WhatsApp.

Perigo na ponte
Não é possível que as autoridades não achem um absurdo os pescadores se arriscando na ponte da saída da Ilha. Agora eles fazem o mesmo na pista do BRT, onde o espaço é ainda mais estreito. Ali é uma tragédia anunciada e ninguém parece se preocupar. Marcela Dutra, via Facebook.



Absurdo
A Ilha parece não ter mais calçada. Se elas não estão quebradas, servem de estacionamento para os motoristas. Os pedestres não têm mais espaço e precisam disputar espaço com os carros. Absurdo! Beatriz Guimarães, via Facebook.




Veja Também

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O tempo que o sinal leva para sair do vermelho, e voltar ao verde na Rua Colina, no Jardim Guanabara, é surreal. Em questão de segundos essa mudança acontece, e um idoso ou deficiente não tem tempo hábil para conseguir atravessar. Muito triste. Fernanda Moreira, via Facebook.

Boca no Trombone - No ponto do Mundial do Cacuia, ao chamar os passageiros, as vans ficam horas no meio da rua. Já cansei de perder ônibus porque os motoristas passam direto. Além do trânsito, tem a gritaria que fica na região. Marcela Oliveira, via Facebook.

Boca no Trombone - Como pode a Ilha, que já foi um lugar tão bonito e agora têm diversos lugares com pichações. Minha casa já foi pichada três vezes, e moro em um prédio. Eles esperam chegar na madrugada e realizam os delitos. Lamentável. Aldo Barbosa, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Minha filha é cadeirante e muitas vezes preciso levá-la ao Posto de Saúde para alguns exames, mas é muito difícil já que quase nenhuma calçada da Ilha tem rampa de acessibilidade ou espaço para passarmos com a cadeira. Quando vamos ser minimamente respeitados aqui? Valéria Conceição, via WhatsApp.


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