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Boca no Trombone

18/01/2019 - boca-no-trombone /Edição 1920
Sinal urgente!
Está impossível atravessar na Rua Tenente Cleto Campelo, em frente ao Bradesco, por conta da baderna que as vans fazem. Precisamos de um semáforo no local, antes que ocorra um acidente. Gabriela Franco, via WhatsApp.

Light
Aqui na Freguesia, nos últimos meses, a energia tem caído em momentos aleatórios. Às vezes, volta até rápido, mas por acontecer com frenquência acaba queimando alguns aparelhos eletrônicos e só saímos prejudicados com isso tudo. Thales Queiroz, via WhatsApp.

Som alto
Frequentemente acontece um baile funk no Esporte Clube Cocotá que perturba os moradores do bairro. As músicas com linguagem inapropriada, ficam no volume máximo a noite toda. Werbert Santos, via Facebook.

Indignação
Sou moradora do Tijolinho, e vejo várias pessoas fazendo da calçada do Colégio Olga Benário Prestes uma lixeira. As pessoas jogam lixo de obra e outros, sem se preocupar em ligar para a Comlurb, para que seja recolhido. Diversas vezes tive de ligar para resolver o problema que não sou eu que provoco. Fabricia Souza, via Facebook.

Baratinhas
Como se já não bastasse o calor insuportável, nos ônibus da linha 323 ainda precisamos dividir espaço com baratinhas. Em nenhum outro ônibus da Ilha vejo isso, apenas nos da Paranapuan. Acredito que seja por conta do calor. Procurei a etiqueta de dedetização e também não encontrei. Gabriela Souza, via Facebook.

Resposta: Até o final desta edição, não recebemos retorno da empresa Paranapuan sobre o caso.

Ocupação total
Quem pratica esportes não pode mais contar com a Praia da Bica. Andar de bicicleta ou a pé, tornou-se uma missão, pois os quiosques ocupam toda calçada. Alguém precisa tomar providências. Viviane Oliveira, via Facebook.

McDonald’s
A lanchonete McDonald’s da Estrada do Galeão está nojenta. É nojento estar comendo e o tempo todo uma mosca rondar o seu lanche. Quem garante que a cozinha também não tenha esse tipo de problema? No final do meu lanche, contei 17 moscas no vidro. Fran Louise, via WhatsApp.

Resposta: Segundo o gerente da loja, a situação é atípica. A unidade recebe inspeção de uma empresa terceirizada duas vezes ao mês e conta com uma série de armadilhas para insetos e pragas. 

Tudo por R$ 12
Na segunda (14), estava em um ônibus da linha executiva, frescão, que enguiçou na Linha Vermelha e, quando passou outro ônibus, fomos em pé e sem ar condicionado. Tudo isso pelo preço normal de R$ 12.  Ricardo Matos, via WhatsApp.

Donos das ruas 
A bagunça que os mototaxistas fazem pelas ruas da Ilha é um absurdo. Além de correrem, eles se acham na razão e no direito de fazer o que bem entendem. Até entrar na contramão, eles entram. Maria Conceição, via WhatsApp.

Acessibilidade
Minha filha é cadeirante e muitas vezes preciso levá-la ao Posto de Saúde para alguns exames, mas é muito difícil já que quase nenhuma calçada da Ilha tem rampa de acessibilidade ou espaço para passarmos com a cadeira. Quando vamos ser minimamente respeitados aqui? Valéria Conceição, via WhatsApp.

Canal dos Bancários
As ruas dos Bancários e o canal precisam de mais conservação, pois só vemos mato. Pior de tudo é ver quando a prefeitura faz um trabalho digno, e os próprios moradores destruindo. Parece que gostam de viver na sujeira. Carlos Alberto, via WhatsApp.

Festa barulhenta
Moro na Praia da Freguesia, próximo ao 111, e está impossível a situação aqui. Um terreno está servindo de salão de festas e incomodando todos os vizinhos com tanto barulho e perturbação. Ainda por cima, os “convidados” param aonde querem, nas calçadas dos prédios ou da praia, já que não existem vagas demarcadas. Rosangela Matos, via WhatsApp.

Cacuia sem vagas
No Cacuia o problema para achar vagas é recorrente, mas eu acho um absurdo não poder parar na vaga demarcada exclusivamente para a farmácia por conta de espertinhos que param ali. Meu pai é idoso e não consegue parar o carro por conta disso. Milena Sampaio, via WhatsApp.

Sujeira
Mais uma vez venho denunciar a imundice de um terreno baldio na Rua Colina. O centro comercial fala que o terreno é de responsabilidade do estacionamento, o estacionamento fala que é do centro comercial. Conclusão, o terreno nunca é limpo e o terreno não é de ninguém. João Inácio, via WhatsApp.

Barcas aos pedaços
Qual o sentido do aumento das barcas, se vamos continuar sem tê-las nos finais de semana? É uma falta de respeito as embarcações imundas e caindo aos pedaços, e com poucos horários. É impossível que ninguém faça uma inspeção nelas, é totalmente impraticável. Neide Souza, via Facebook.

Irresponsabilidade
Já presenciei várias irregularidades dos motoristas no cruzamento da Rua Ituá com a Rua Cambaúba. É até engraçado o tanto de infrações que observamos se sentarmos alguns minutos ali. Os pedestres têm muita dificuldade para atravessar e nenhum motorista parece se importar. Juliana Almeida, via Facebook.

Superlotação
Nos horários de pico é impossível pegar ônibus no Centro da cidade para a Ilha. Os ônibus que passam pela Linha Vermelha, que teoricamente são mais rápidos, vêm tão lotados que o motorist precisa abrir as portas traseiras. Um dia ainda vai acontecer um acidente por conta da superlotação. Luciano Azevedo, via Facebook.







Veja Também

Boca no Trombone - O sinal em frente ao lanchonete Água Viva, na Avenida Doutor Agenor de Almeida Loyola, Bancários, está apagado há duas semanas. É um perigo, pois sem a sinalização, os carros transitam livremente possibilitando um contato perigoso com os pedestres que atravessam a rua. Anderson Muniz, via WhatsApp.

Boca no Trombone - O tempo que o sinal leva para sair do vermelho, e voltar ao verde na Rua Colina, no Jardim Guanabara, é surreal. Em questão de segundos essa mudança acontece, e um idoso ou deficiente não tem tempo hábil para conseguir atravessar. Muito triste. Fernanda Moreira, via Facebook.

Boca no Trombone - No ponto do Mundial do Cacuia, ao chamar os passageiros, as vans ficam horas no meio da rua. Já cansei de perder ônibus porque os motoristas passam direto. Além do trânsito, tem a gritaria que fica na região. Marcela Oliveira, via Facebook.

Boca no Trombone - Como pode a Ilha, que já foi um lugar tão bonito e agora têm diversos lugares com pichações. Minha casa já foi pichada três vezes, e moro em um prédio. Eles esperam chegar na madrugada e realizam os delitos. Lamentável. Aldo Barbosa, via WhatsApp.

Boca no Trombone - Por conta de um curto circuito num poste próximo, ficamos sem luz na Rua Fernandes Fonseca, Ribeira, mais de 36h. Foram feitos 16 protocolos e quando o terceiro carro da Light chegou, disse que não havia nenhuma notificação. Se fosse denúncia de furto de energia, eles resolveriam rápido. O poste pegou fogo e, por sorte, não incendiou a casa vizinha. Thamires Hip, via Facebook.


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